terça-feira, 31 de maio de 2011

LUZ QUE DEVE RESPLANDECER DIANTE DOS HOMENS

“Vos sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas, no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mt 5.14-16).
O texto sagrado enfatiza claramente: “vós sois a luz do mundo”. Paulo corrobora com o mesmo pensamento: “Sois luz no Senhor” (Ef 5.8). Como luz, é nossa obrigação viver de forma a resplandecer objetivando glorificar nosso Pai que está nos céus (v. 16). A luz que em nós brilha não deve está escondida, mas brilhar cada vez mais e com maior intensidade à medida que de Cristo nos aproximamos.
É do conhecimento de todos que os olhos de muitos estão sobre a vida dos crentes, observando o comportamento e maneira de viver de cada um. Eis o porquê se deve ter maior preocupação em viver vida pautada na Palavra de Deus, com exemplo de vida cristã, pois, estamos sendo observado a cada momento, por isso, o cuidado com tudo o que pareça ser mau.
Se nos preocuparmos em cumprir essa perspectiva cristã, certamente iremos impactar nossa nação, geração com a Palavra de Deus através de uma vida de bom testemunho. Estamos vendo uma geração de pessoas cristãs que se fecharam em si mesmo, se tornando egoístas, arrogantes, capazes de buscar apenas aquilo que é de seu próprio interesse ou para sua autopromoção e não o que é de interesse do Reino ou das pessoas. Essa atitude mesquinha e ordinária foi condenada peremptoriamente por Jesus: “E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens, pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes, e amam os primeiros lugares nas ceias, e as primeiras cadeiras nas sinagogas, e as saudações nas praças e o serem chamados pelos homens: - Rabi, Rabi” (Mt 23.5-7; 6.1-8).
Somos instruídos ao amor altruísta, servir os outros, e não, a atos egoístas e de justiça própria, ou exaltação pessoal. Ora, somos luz, e fomos deixados neste mundo com o objetivo exclusivo de brilhar. Se nos escondermos debaixo de um alqueire, de que servirá a nossa luz, se nos escondermos dentro de quatro paredes a nossa luz brilhará? Somos luz em benefício daqueles que estão totalmente perdidos e distantes de Deus. O nosso testemunho cristão simples, porém, compromissado com a Palavra de Deus os conduzirá a Cristo, à salvação.
Temos a mensagem de poder que pode transformar o homem, mudar suas atitudes. Temos a resposta para os pecados da humanidade. Pecados como o homossexualismo, divórcio, dependência química ou qualquer outra forma de imoralidade desenfreada tem sua resposta e libertação no evangelho de Cristo Jesus (Rm 1.16). Tudo o que o homem não pode fazer para se libertar, encontramos a resposta no evangelho da graça imensurável de Deus em Cristo Jesus (Rm 5.20; Ef 2.8).
Estamos espantados com fatos que estão acontecendo em nossa nação e igreja. Líderes e cristão envolvidos em tantas coisas ruins, escândalos, situações críticas mesmo. Na verdade, estamos espantados com tanta iniquidade, depravação moral, escândalos e tanta gente descompromissada com as verdades do Evangelho de Cristo. Muitos estão brincando nos púlpitos de nossas igrejas, quando deveriam está falando a Palavra de Deus. Muitos crentes que deveriam brilhar qual farol neste mundo imerso em trevas e distante de Deus estão separados de Cristo por uma vida de pecados, de sorte que não conseguem resplandecer em tão densas trevas.
Será que à semelhança de Habacuque, não temos nossos motivos de espanto? Precisamos descobrir hoje os nossos motivos de espanto. Ora, não terá a igreja hoje muito do que se espantar e se alarmar? Os desafios que nos são impostos no tempo presente são bem maiores do que em qualquer outra época. Precisamos repensar a nossa missão integral. Pregadores e mestres devem transmitir o bom conhecimento que adquiriram para a edificação dos outros, não se escondendo na obscuridade, mas transmitir o dom que receberam do Senhor (Lc 12.3). Líderes devem agir e viver como verdadeiras candeias que ardem e alumiam (Jo 5.35). Ter andar reto e evidenciar, pelo seu comportamento, que são seguidores de Cristo.
Como poderemos sarar uma nação apodrecida nos seus pecados, se não conseguimos brilhar como astros no mundo? Se pregar o evangelho puro e simples se tornou complicado devido a vida de mau testemunho de muitos, diante dos homens nesta geração? Não foi Cristo que nos mandou brilhar diante dos homens para que vejam as nossas boas obras e glorifiquem a nosso Pai que está nos céus?
Como está o fulgor da nossa luz? Está a nossa vida impactando aqueles que de nós se aproximam? Nossas atitudes, comportamentos, têm glorificado a Deus? Como está o fulgor da nossa luz em meio a esta sociedade? Na congregação? Em meio aos nossos familiares? Ora, como cristãos, somos instados a um viver irrepreensível diante dos homens, para que possam ver e aprovar. Praticar obras que tenha boa reputação e que levem pessoas a pensar o cristianismo que vivemos levando-os à fé em Cristo.
Concluo dizendo que de tudo que fizermos, o modo de vida que vivemos deve acima de tudo glorificar a Deus, nosso Pai que está nos céus, além, de levar outros à glorificação do nome do Senhor e o crescimento do Reino de Deus nesta terra.
Que o Deus Eterno tenha misericórdia de nós.
Pr. Nonato Souza

sábado, 28 de maio de 2011

Bancada evangélica quer anular decisão do STF

Documento poderá invalidar a decisão sobre a união gay e todos os atos decorrentes dela.
Deputados evangélicos e católicos protocolam documento para sustar a decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu como entidade familiar a união entre pessoas do mesmo sexo.


Os parlamentares se reuniram na noite desta quarta-feira, 25, juntamente com o presidente da Câmara, deputado Marco Maia, para protocolar um Projeto de Decreto Legislativo que tem o objetivo de anular a decisão do STF e todos os atos decorrentes dessa decisão.


O texto do documento declara que o Supremo agiu contra sua principal função que é julgar os casos em cima da Constituição Federal e do Código Civil. Citando trechos dessas cartas os deputados caracterizavam a decisão como inconstitucional e por isso tem que ser suspensa.


O PDL tem cinco páginas e é assinado pelo deputado João Campos, presidente da FPE, que conseguiu o apoio de outros deputados para levar esse projeto à diante.
Clique aqui ter acesso ao documento na íntegra


Fonte:http://www.cpadnews.com.br

REVESTI-VOS DE TODA A ARMADURA DE DEUS (03)

Vestida a Couraça da Justiça, “... e vestida a couraça da justiça,...” (Ef 6.14).
A couraça ou peitoral era uma proteção para todo o tronco e órgãos vitais, vinha desde o pescoço até a parte superior das coxas. Era uma proteção extremamente importante para o soldado.
Ela consistia de duas partes, com uma se cobria a frente e com outra as costas, sendo as duas partes ligadas entre si por tiras de couro ou tiras de metal, por cima dos ombros, amarradas na parte da frente, havendo também articulações nos lados. Esta couraça era geralmente fabricada de couro, bronze, ferro ou ainda, outros metais.
No campo espiritual, a couraça representa para o salvo uma vida devotada a Deus, santa e de retidão moral (Rm 6.13; 14.17). Através de uma vida de retidão, pureza, bondade, etc., resistiremos toda e qualquer investida de Satanás à direita e à esquerda, com as armas da nossa justiça (2Co 6.7).
Esta proteção na armadura serve como símbolo da proteção que a justiça de Cristo dar ao crente. Somos instados pelo apóstolo Paulo a uma vida digna da vocação a que fomos chamados (Ef 4.1). Fora dessa proteção que o Senhor Jesus oferece ao cristão, estamos totalmente desprotegidos contra as acusações de Satanás.
Apelando para a justiça de Cristo, que é imputada a todo aquele que crê, o crente se torna sempre vencedor. Cada vez que o inimigo vem contra nós objetivando trazer-nos acusações sobre nossas fraquezas e fracassos, podemos dizer a ele que Cristo, nossa justiça triunfou por nós, vencendo-o na cruz.
Quando formos por Satanás acusado de sermos ainda pecadores, apesar de aspirarmos uma vida de santidade, podemos lhe responder com convicção: “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1Jo 1.7). Sim, sobre toda e qualquer acusação, somos vencedores pelo sangue de Jesus Cristo (Ap 12.10,11). É, porém, necessário haver vigilância a cada momento, pois, “nossa justiça posicional em Cristo, sem uma justiça prática na vida diária, apenas dá a Satanás oportunidade para nos atacar” (Hernandes Dias).
Não se trata, portanto, de nossa própria justiça e retidão, mas, “é a própria retidão de Deus que está aqui em foco; porque ninguém pode chegar à sua presença se não possuir exatamente essa modalidade de retidão” (Champlin).
As boas obras é fruto dos salvos, e não meios para levar homens à salvação (Ef 2.10). A vida do crente é dominada pela justiça de Cristo “pois, a perfeição da natureza moral de Deus é o próprio alvo da vida cristã (Mt 5.48), e o processo que nos faz avançar nessa direção é o da santificação, que nos serve de proteção contra todos os males que fazem guerra contra nossa alma” (Champlin).
Vivendo assim o crente agrada a Deus, pois, os que andam em justiça temem ao Senhor (Pv 14.2) e amam a Cristo acima de tudo (Ct 1.4).
Que o Senhor, nossa justiça, tenha misericórdia de nós.


Pr. Nonato Souza.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

QUANDO O JULGAMENTO ESTIVER À PORTA - DAVID WILKERSON

Quando o julgamento de Deus estiver à porta é uma mensagem legendada do homem de Deus, pastor David Wilkerson. 
Vivendo e vendo a situação de nossa nação - Brasil, e ainda o estado de inércia da Igreja em nossa pátria, me pus a pensar se já não estamos vendo a "escritura na parede". São tantos cristãos, incluindo líderes envolvidos em tantas coisas ruins que nos causa espanto só em pensar. Na verdade estamos espantados com tanta iniquidade. São pregadores e ensinadores descompromissados com a verdade, que abandonaram há muito tempo a pregação do verdadeiro evangelho de Cristo. Estão brincando nos púlpitos das nossas igreja quando deveriam discorrer sobre as verdades do evangelho que é capaz de transformar e mudar o homem.
A nossa nação está sendo assolada por tanta iniquidade, e agora como se não bastasse estão tentando institucionalizar esta em nossa pátria. Que tristeza!
Será que não é tempo de despertarmos do sono, antes que venha o juízo de Deus sobre nossa nação e também sobre a igreja? Voltemos ao evangelho da cruz. Preguemos a Palavra de Deus com ousadia e busquemos a santificação enquanto é tempo, pois, o juízo de Deus pode está à porta. Ouça e reflita sobre o que diz este verdadeiro profeta de Deus em sua mensagem.


Pr. Nonato Souza

terça-feira, 24 de maio de 2011

REVESTI-VOS DE TODA A ARMADURA DE DEUS (02)

Cingidos com a Verdade
“Portanto, estejam preparados. Usem a verdade como cinturão...” (Ef 6.14; NTLH).


Um guerreiro dos tempos antigos era cingido com um cinturão ou cinto, que tinha a finalidade de segurar a túnica bem como as demais partes da armadura do soldado para que esta permanecesse presa durante a luta, ajudando também a proteger e dar liberdade de ação ao corpo. Era, portanto, na armadura do soldado, um item de suma importância.
Na luta espiritual, a verdade compõe com extraordinária precisão a armadura de Deus. 
Por verdade, entende-se a sinceridade no nosso íntimo, a remoção de toda espécie de engano e hipocrisia. Em um conflito espiritual contra Satanás, não há lugar para uma vida dúbia, falsidades, mentiras. Na guerra espiritual devemos está cingidos pela verdade no falar e comportamento. Quando se deixa dominar pela falsidade ou ainda pela falta de integridade, o cristão se expõe diretamente ao inimigo e seus sutis ataques, estando sujeito ao fracasso total. Pertencemos à verdade, andamos na verdade e precisamos ter uma consciência pura diante de Deus e dos homens (At 24.16).
Um viver dúbio, hipócrita, falso, fingido, leviano, de erros, certamente levará a pessoa ao fracasso, pois, tais comportamentos, certamente, destruirão as forças espirituais dos crentes na batalha contra o pecado e o diabo. Estejamos certos, que não haverá “genuína força de caráter sem sinceridade e honestidade”.
A verdade continua sendo característica importante na vida daqueles que servem a Deus, além de ser predicativo preponderante na vida dos que lideram o povo de Deus. Não se consegue conceber um líder que não fale, viva e se comporte dentro da verdade. A desonestidade a cobiça e amor ao dinheiro não deve, repito, fazer parte da vida daqueles que estão a liderar o povo de Deus (Ex 18.21).
O cristão é salvo pela verdade (Jo 14.6), além de ser gerado pela palavra da verdade (Tg 1.18). Todo cristão compromissado com a Palavra de Deus deve se deixar dominar pela verdade, andar na verdade e falar a verdade (3Jo v.4; Ef 4.25).
É vivendo na verdade que vencemos Satanás, o pai da mentira (Jo 8.44). Diante da verdade, a mentira não pode subsistir. Viver, andar e falar a verdade deve ser o lema de todo aquele que almeja chegar ao céu (Sl 15.1-5).
A ênfase principal de Paulo acerca do assunto é que “o armamento básico da Igreja para a batalha espiritual é a integridade (de caráter) e uma vida (conduta) justa, e que essas qualidades são eficientes porque ostentam o selo de Jesus e da nova criação que Ele nos trouxe”.
“Por amor da verdade que está em nós e para sempre estará conosco” (2Jo 2).


Pr. Nonato Souza.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

REVESTI-VOS DE TODA A ARMADURA DE DEUS

“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestidos a couraça da justiça, e calçados os pés na preparação do evangelho da paz; tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus, orando em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito e vigiando nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos...” (Ef 6.13-18).
O texto acima é uma recomendação do apóstolo Paulo aos cristãos para que estejam revestidos com toda a armadura de Deus. Em tempos de lutas, adversidades, enganos, falsidades, o revestimento com toda armadura de Deus se faz necessário. Há uma luta espiritual sendo travada neste momento final da Igreja na terra. Fortalecer no Senhor é necessário para a guerra e sofrimento espiritual. Ser forte “no Senhor” implica que a fonte da nossa força está em nosso relacionamento com Cristo. Não se trata de mero fortalecimento físico ou intelectual, mas fortalecimento “no Senhor e na força do seu poder” (Ef 6.10).
Como venceremos nossos inimigos se não estivermos revestidos de toda armadura de Deus? Para todo cristão Deus tem providenciado este equipamento e é direito nosso vesti-lo. O cristão deve apropriar-se conscientemente do poder que o Senhor tem colocado à sua disposição. Revestir-se de toda a armadura de Deus é recomendação divina para vencermos inimigos espirituais que nos cercam por todos os lados objetivando levar-nos ao total fracasso. Somente equipados com as armas que o Senhor tem colocado à nossa disposição, é que estaremos aptos para a vitória. Não temos outra opção.
A carta de Paulo aos efésios, fala sobre a vida cristã prática. A partir do capítulo 6 e versículo 10, o andar do cristão é descrito como uma batalha, um conflito mortal no qual ele está alistado contra o poder de Satanás e suas hostes. A caminhada cristã é uma guerra, um conflito constante, assim sendo, o crente deve está preparado, equipado para lutar e vencer. Sem esta armadura de Deus, o cristão fica impossibilitado de vencer e permanecer firme. Paulo enfatiza a responsabilidade do crente em tomar o equipamento espiritual que Deus coloca à sua disposição, para que possa está firme e resistir no dia mau.
Temos inimigos espirituais, e estes tentam nos destruir a todo custo. Estamos envolvidos num conflito espiritual em que se luta com armas espirituais. Este conflito espiritual é descrito por Paulo como “o combate da fé” (1Tm 1.18; 6.12; ARA). Sendo, pois, um conflito espiritual, deve-se lutar com armas espirituais. Paulo diz: “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para a destruição de fortalezas; destruindo os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo” (2Co 10.4,5). Além disso, precisamos está em constante oração, meditação na Palavra de Deus e vida na plenitude do Espírito. Os cristãos possuem poder divino para destruição de fortalezas. Essas fortalezas se caracterizam como: sistemas, esquemas, estruturas e estratégias que Satanás maquina para frustrar e obstruir o progresso do evangelho de Cristo na terra.
Nesse conflito espiritual, estamos a lutar contra Satanás e suas hostes (Ef 6.12), os desejos devassos, depravados que são peculiares à natureza decaída do homem ( Gl 5.16,17; 1Pe 2.11), os prazeres ímpios deste século presente e todo tipo de tentações (Mt 13.22; Tg 1.14,15; 1Jo 2.16).
A recomendação bíblica é importante e necessária. O revestimento de toda armadura de Deus em tempos de sutilezas, enganos e conflitos espirituais se constitui em necessidade primária para o povo de Deus, haja vista, o espírito do erro está em plena operação nesse tempo que precede o arrebatamento da Igreja do Senhor Jesus. É tempo de está alerta, tenhamos cuidado e estejamos revestidos com “toda a armadura de Deus para que possamos está firmes contra as astutas ciladas do diabo” e “resistir no dia mau”.
Que o Eterno Deus, cuide de cada um de nós, em Jesus Cristo.


Pr. Nonato Souza.

domingo, 22 de maio de 2011

O VALOR DE UM PASTOR
Por Isaltino Gomes Coelho Filho

- O valor de um pastor não é medido por sua popularidade, poder de persuasão ou quantidade de pessoas que atrai, mas sim por seu caráter e fidelidade a Deus (Jo 6.66 e 67);
- O valor de um pastor não é medido pela aprovação de homens, mas pela aprovação de Deus. O pastor é segundo o coração de Deus e não segundo o coração dos homens (Jr 3.15);
- O valor de um pastor não é medido pelo tamanho de sua igreja, mas por suas qualidades éticas, morais e espirituais;
- O valor de um pastor não é medido pelo volume das entradas financeiras de sua igreja, mas por sua capacidade de suprir seu rebanho com a Palavra de Deus. Há pastores que se preocupam com a lã. Há pastores que se preocupam com as ovelhas.
- O valor de um pastor não é medido pelo salário que ganha, mas pelo serviço que presta;
- O valor de um pastor não é medido por sua capacidade política e de articulação, pois muitas vezes ele deixa de ser “politicamente correto” para permanecer justo e reto diante de Deus;
- O valor de um pastor não é medido pelos cargos que ele ocupa na denominação, mas pelo serviço que presta à Obra de Deus;
- O valor de um pastor não é medido pela satisfação de seus ouvintes, mas por sua pregação coerente aos valores do evangelho bíblico capaz de transformar vidas. A sua mensagem, ao invés de massagear o ego humano, às vezes desagrada por confrontar o ouvinte com a verdade;
- O valor de um pastor não é medido pelo seu poder ou status, mas por sua submissão e obediência a Deus;
- O valor de um pastor não é medido por sua autossuficiência. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza de homens que às vezes julgamos fracos e incapacitados (2ª Co 12.9);
- O valor de um pastor não é medido por sua condição física, mas por sua condição espiritual;
- O valor de um pastor não é medido pela quantidade de amigos ou pessoas que o rodeiam, mas sim por seu amor às pessoas;
- O valor de um pastor não é medido pelos seus discursos, mas pela autoridade de seu viver (Mt 7.9);
- O valor de um pastor não é medido pelo crescimento quantitativo ou não da membresia de sua igreja, mas pelas transformações que suas mensagens geram em seus ouvintes. Há por aí templos cheios de pessoas perdidas, e igrejas pequenas onde pessoas experimentam a salvação em Cristo;
- O valor de um pastor não é medido pelo seu poder de empolgar sua igreja ou plateia, pois seu chamado é para pastorear e não para “animar” auditório;
- O valor de um pastor não é medido pelas crises que passa ou deixa de passar, mas pela maneira como se comporta em momentos difíceis;
- O valor de um pastor é medido por critérios divinos e não humanos.
- O pastor é dependente de Deus, e não de homens;
- O pastor é homem frágil e pequeno, por meio do qual Deus realiza coisas grandes e extraordinárias;
- O pastor sabe que seu chamado é para pastorear e não para gerir empresas; ele não se preocupa com números mas com a saúde de suas ovelhas;
- O verdadeiro pastor não se “contextualiza” ao mundo, mas se esforça para tirar vidas do mundo;
- O pastor de valor forma valores;
- Se você tem um pastor, agradeça a Deus, ore por ele e ame-o!

Fonte: http://www.isaltino.com.br

quarta-feira, 18 de maio de 2011

"ABAIXO O PL 122/2006 - Manifestação em frente ao Congresso Nacional - 01/06/2011"


ESSA MANIFESTAÇÃO NÃO É CONTRA PESSOAS, MAS
EM FAVOR DA FAMÍLIA

Fonte: http://pointrhema.blogspot.com

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Por que o PL 122 é inconstitucional?

Antes de fazer qualquer comentário, é importante frisar que uma coisa é criticar conduta, outra é discriminar pessoas. No Brasil, pode-se criticar o Presidente da República, o Judiciário, o Legislativo, os católicos, os evangélicos, mas, se criticamos a prática homossexual, logo somos rotulados de homofóbicos. Na verdade, o PL-122 é contra o artigo 5º da Constituição, porque o projeto de lei quer criminalizar a opinião, bem como a liberdade religiosa.

Vejamos alguns artigos deste PL:

Artigo 1º: Serão punidos na forma desta lei os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gêneros.

Comentário: Eles tentam se escorar na questão de raça e religião para se beneficiar. O perigo do artigo 1º é a livre orientação sexual. Esta é a primeira porta para a pedofilia. É bom ressaltar que o homossexualismo é comportamental, ninguém nasce homossexual; este é um comportamento como tantos outros do ser humano.

Artigo 4º: Praticar o empregador, ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta. Pena: reclusão de 2 a 5 anos.

Comentário: Não serão os pais que vão determinar a educação dos filhos — porque se os pais descobrirem que a babá dos seus filhos é homossexual, e eles não quiserem que seus filhos sejam orientados por um homossexual, poderão ir para a cadeia.

Artigo 8º-A: Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no artigo 1º desta lei. Pena: reclusão de dois a cinco anos.

Comentário: Isto significa dizer que se um pastor, ou padre, ou diretor de escola — que por questões de princípios — não queira que no pátio da igreja, ou escola haja manifestações de afetividade, irão para a cadeia.

Artigo 8º-B: Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs. Pena: reclusão de dois a cinco anos.

Comentário: O princípio do comentário é o mesmo que o do anterior, com um agravante: a preferência agora é dos homossexuais; nós, míseros heterossexuais, podemos também ter direito à livre expressão, depois que é garantida aos homossexuais. O parágrafo do artigo que vamos comentar a seguir "constituiu efeito de condenação".

Artigo 16º, parágrafo 5ª: O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.

Comentário: Aqui está o ápice do absurdo: o que é ação constrangedora, intimidatória, de ordem moral, ética, filosófica e psicológica? Com este parágrafo a Bíblia vira um livro homofóbico, pois qualquer homossexual poderá reivindicar que se sente constrangido, intimidado pelos capítulos da Bíblia que condenam a prática homossexual. É a ditadura da minoria querendo colocar a mordaça na maioria. O Brasil é formado por 90% de cristãos. Não queremos impedir ou cercear ninguém que tenha a prática homossexual, mas não pode haver lei que impeça a liberdade de expressão e religiosa que são garantidas no Artigo 5º da Constituição brasileira. Para qualquer violência que se cometa contra o homossexual está prevista, em lei, reparação a ele; bem como assim está para os heterossexuais. A PL-122 não tem nada a ver com a defesa do homossexual, mas, sim, quer criminalizar os contrários à prática homossexual — e fazem isso escorados na questão do racismo e da religião.

Fonte: http://www.vitoriaemcristo.org/_gutenweb/_site/hotsite/PL-122/

domingo, 15 de maio de 2011

A MENSAGEM DA CRUZ

“Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós que somos salvos, é o poder de Deus” (1Co 1.18).

Um longo tempo se passou desde que Cristo veio a este mundo. Na cruz do Calvário, Jesus Cristo entregou sua vida. Ali no duro madeiro Ele conquistou a nossa salvação. Quando crucificado, o Filho de Deus sofreu afronta e vergonha diante de homens perversos e assassinos. Todo o sofrimento suportado por Jesus tinha por objetivo resgatar o homem dos seus pecados (Mt 20.28)

Oh, como precisamos retornar à mensagem da cruz, o evangelho da nossa salvação. Apostolo Paulo diz: “mas nós pregamos a Cristo crucificado...” (1Co 1.23). Sentimos falta em nossos cultos de mensagens capazes de transformar homens da vida pregressa em novas criaturas (1Co 6.10,11: 2Co 5.17).

Todos quantos se aproximam da cruz de Cristo, passam por transformação em sua vida. Para nós, ou a cruz é “poder de Deus” ou é “loucura”. Ninguém deixa a cruz na mesma condição em que se aproximou dela. Ou a pessoa a aceita ou a rejeita. Se aceitá-la tornar-se-á filho de Deus, se rejeitá-la estará perdido eternamente. Paulo nunca pregou um Cristo conquistador, ou um Cristo filósofo, mas, Cristo crucificado, “Poder de Deus” e “Sabedoria de Deus”.

A mensagem do Cristo crucificado que devemos pregar hoje, nunca deve ser recheada apenas de sabedoria e verdade, mas de poder, o poder em ação de Deus. Poder para salvar, curar, expulsar demônios, redimir as almas do poder do pecado. Isto me leva ao entendimento do que Paulo ensinava, que a sua pregação não consistia “em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder” (1Co 2.4).

Eis o por que a mensagem da cruz havia se tornado loucura para os que perecem. Os judeus estavam escandalizados, pois não compreendiam como uma demonstração de extrema fraqueza se transformaria em fonte de poder. Os líderes religiosos, estarrecidos, não compreendiam como um homem morto em uma cruz poderia ser Salvador. Eles tinham conhecimento de que a cruz era sinônimo de derrota e fracasso.

Os judeus pediam sinais do céu. Exigiam algo que pudessem ver, apalpar. Para esses cegos judeus o Messias tinha que ser algo como um príncipe, um operador de milagres.
“Para os gregos, a mensagem se tornara loucura, eles a olhavam com desdém, e criticavam essa religião sem base científica, ensinada num recanto atrasado do mundo, como Nazaré, pelo filho de um carpinteiro que nunca estudara em Atenas ou em Roma”.

Neste mundo turbado e difícil de viver, a igreja precisa voltar a pregar a mensagem da cruz. Aliás, a mensagem centrada em Cristo, verdadeiramente cristocêntrica, desapareceu dos nossos belos e requintados púlpitos. Ora, uma vez que o homem caiu da graça de Deus e está separado deste por causa dos seus pecados, precisa através da mensagem redentora ser colocado na posição originalmente perdida, onde o homem era totalmente dependente de Deus.

Evangelho pregado no princípio da Igreja tinha ênfase na morte e ressurreição de Jesus Cristo (At 2.24; 3.15; 4.10; Rm 4.25; 8.11; 1Co 15.20), é neste assunto que está centrada toda teologia paulina.

Em Cristo, está a mensagem do amor de Deus (Jo 3.16), que derramou seu sangue na cruz, abrindo para a humanidade um novo e vivo caminho (Hb 10.20) de salvação. Será que esta mensagem não é suficiente? Voltemos à mensagem pura e simples do evangelho Cristocêntrico.

Já estou enfadado, cansado de tanta mensagem triunfalista, cujo objetivo é apenas inflamar o ego do homem. Este tipo de evangelho que se tem pregado em nossas igrejas tem trazido grande prejuízo ao Reino de Deus.

Quero de volta o evangelho da cruz, pois este revela ao homem qual seu verdadeiro estado diante de Deus. Quero o evangelho da cruz porque ele trás paz ao coração aflito (Cl 1.20). Quero o evangelho da cruz, por ele somos curados (Is 53.5). Quero o evangelho da cruz porque “é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16). Quero o evangelho da cruz, pois por ele somos santificados (Ef 5.26). Quero o evangelho da cruz, pois nele todas as barreiras da desunião, separação existentes entre nós, são derrubadas (Ef 2.14,16). Quero o evangelho da cruz porque nele eu aprendo que Cristo morreu pelos nossos pecados segundo as Escrituras, que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro, segundo as Escrituras (1Co 15.3,4). Quero o evangelho da cruz, porque proclama, e eu posso acreditar que Jesus voltará outra vez (At 1.11). Quero o evangelho da cruz porque assegura que haverá um dia de prestação de contas tanto para crentes como para descrentes (1Co 3.13; 2Co 5.10; Ap 20.12). Quero o evangelho da cruz porque ele me assegura que na glorificação teremos corpos glorificados e estaremos para sempre com o Senhor (1Ts 4.13-18). Quero o evangelho da cruz, nele todas as promessas estão asseguradas para aqueles que um dia entregaram suas vidas ao inteiro domínio e senhorio de Cristo (Mt 7.21; 2Co 1.20).

Porque continuar pregando outro evangelho cujo alvo tem sido, através dos falsos ensinos, afastar os santos da verdadeira doutrina e graça de Cristo. Somos ensinados pela Palavra de Deus que há um só evangelho, “o evangelho de Cristo” (Gl 1.7), evangelho este que nos veio “pela revelação de Jesus Cristo” e pela inspiração do Espírito Santo. Qualquer ensino que se origina em pessoas, igrejas ou tradições que não se baseiam nos princípios da Palavra de Deus, não pode ser tido como conteúdo do verdadeiro evangelho de Cristo.

É hora de voltarmos ao evangelho da cruz. Igrejas estão vivendo crises, as piores possíveis. O liberalismo teológico, negando os postulados da fé cristã abarcaram em muitas igrejas. Outras estão envolvidas com misticismo sincrético, movimentos estranhos à Palavra de Deus. Os males do pragmatismo entrou no coração de muitos líderes que estão em busca de sucesso e resultados a qualquer custo. A mensagem da cruz foi trocada pela pregação da prosperidade e triunfalismo. A corrupção generalizada está dentro das nossas igrejas, e à medida que elas crescem, cresce também a corrupção. Muitos líderes não conseguem ter vida cristã exemplar onde os liderados possam se espelhar. Não conseguimos ser sal da terra e luz do mundo. O sal que deveria está preservando, já não consegue. Estamos sentido cheiro de podridão por todos os lados. A luz que deveria está brilhando no seu maior fulgor, está apagando ou apagada. Existem trevas da desesperança por toda parte. Doenças e enfermidades assolam as igrejas, problemas insolúveis estão nos atingindo, o número de divórcios tem aumentado entre os evangélicos, intrigas entre os irmãos, disputas denominacionais, o pecado que tem se tornado um estilo de vida para não poucas pessoas, a diferença entre o que serve a Deus e o que não serve e etc.

Voltemos à mensagem da cruz. Não temos outra opção. “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” (1Co 1.18). Que o Eterno se compadeça de nós.

Pr. Nonato Souza.

DIANTE DA CRUZ - ALINE BARROS

A mensagem da cruz é algo que nos toca profundamente. Mais uma vez prostro-me diante da cruz e reconheço o senhorio de Cristo. Glória pois, àquele que venceu no Calvário - Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador. Diante da Cruz (At the Cross / Hillsong). Versão: Aline Barros.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

JESUS CRISTO ACALMA AS TEMPESTADES

“E naquele dia, sendo já tarde, disse-lhe: passemos para a outra margem. E eles, deixando a multidão, o levaram consigo, assim como estava, no barco; e havia também com outros barquinhos. E levantou-se grande temporal de vento, e subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia de água. E ele estava na popa dormindo sobre uma almofada; e despertaram-no, dizendo-lhe: Mestre, não te importa que pereçamos? E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança” (Mc 4.35-39).

O texto citado dá ênfase a uma forte tempestade enfrentada pelos discípulos, estando Jesus com eles. O fato acima narrado trás a todos lições de vida importantes. Diz a Bíblia que durante todo o dia, Jesus anunciou a Palavra e sem descansar convocou os seus discípulos para irem à outra margem, ao território dos Gadarenos para que ali também anunciasse a Palavra além de, libertar um homem que estava horrivelmente subjugado por Satanás. Está escrito que Ele foi “assim como estava”, ou seja, sem comer, ou fazer qualquer outra preparação, embora tenha passado todo o dia ensinando as multidões na praia.

Sabe-se, que não é fácil passar o dia todo falando e implorando aos homens que se cheguem a Deus e ao final não sentir grande cansaço no corpo, mente e alma. O pregador que no exercício do ministério prega a Palavra com ânsia de ver o pecador salvo, sofre um grande desgaste físico.

O repentino temporal que se levantou é característico da região do mar da Galileia, pois, está muito abaixo do nível do mar, sendo quase totalmente cercado de serras de onde se desencadeiam repentinamente violentas correntes de ar provocando essas grandes e repentinas tempestades.

Ora, somos conhecedores das repentinas tempestades a que estamos sujeitos nesta vida. Os tempos são trabalhosos, difíceis e os ventos da adversidade batem de todos os lados. Tempestades na família, no comercio, na indústria, na igreja, internamente e externamente. São as tempestades adversas que vem sobre nós, pronta a nos tragarem, devorarem. Fico pensando na situação dos discípulos diante daquela tempestade. O barco já fazia água e, certamente muito esforço estava sendo feito por eles para que houvesse um escape e o barco não viesse afundar.

Sofremos, quando a borrasca nos ameaça tragar, vindo sobre nós de uma maneira que não entendemos. São situações difíceis, opostas, adversas, inimagináveis, que não esperamos. Tribulações as mais cruéis e traiçoeiras possíveis. Neste momento difícil, em que até os melhores amigos parecem nos ter abandonado, o sofrimento e angústia nos cercam e pensamos que está tudo acabado, que não há mais escape além da derrota fatal.

É neste momento, diante de tamanha dificuldade que precisamos parar um pouco, ainda que quase sem condições, e refletir, refletir, refletir que Jesus está no barco. Ora, vejam, estando Jesus no barco como poderá afundar? Não é Ele o Senhor da terra e do mar? Não está Ele no comando de todas as coisas? Não tem em suas mãos o controle de nossas vidas? Se Jesus está a bordo, o barco não pode ir a pique. Tudo o mais poderá acontecer, mas Deus não pode ser pego de surpresa. Ele conhece todas as coisas. Estando Jesus em nossas vidas, tenha certeza, ela jamais irá a pique. É Ele que cuida de nós em qualquer momento e ou circunstâncias.

Os discípulos estavam tão assustados que despertaram o mestre dizendo-lhe: “Mestre, não te importa que pereçamos?” Eles certamente não sabiam o que diziam, pois, lhes veio à mente que o Senhor os abandonara e, principalmente no momento de maior dificuldade. Será que tinha eles conhecimento pleno do deus a quem serviam e seguiam?

Jesus então, despertando disse ao mar, acalma-te, emudece! A expressão no texto original é forte: “cala-te”; literalmente: “ponha mordaça”. Aleluia! Imediatamente o vento se aquietou e houve grande bonança.
Cristo é superior em poder até mesmo ao temporal que cria medo em pescadores experimentados. Ele é superior aos nossos temores e assombros que a cada momento nos sobrevém. A bonança que Ele nos trás é maior do que a tempestade de pecado que nos perturba.

É interessante se observar que mesmo os discípulos seguindo o caminho da obediência não estavam isentos de sofrerem dificuldades, tempestades. Mesmo andando em todo o caminho do Senhor, podemos, com certeza sofrer revés e dificuldades (1 Reis 17.1-24; 2Reis 20.1-6; 2Coríntios 11.16-33).

Nesse tempo presente, onde ventos opostos assopram, objetivando trazer males sobre o povo de Deus, vejo que é hora de clamar pelo Mestre. Somente Ele, é capaz de acalmar as borrascas que tentam solapar as bases de nossa fé. Em Cristo, agora e sempre, seremos vencedores.

Finalmente os discípulos tiveram um grande temor, não mais o temor do mar e tempestade, mas daquele “que até o vento e o mar lhe obedecem”. Em tempo: Entenda que o barco não vai afundar enquanto Cristo nele estiver, só precisamos ter fé. Que o Senhor nos ajude!

Pr. Nonato Souza