quinta-feira, 30 de maio de 2013

Manifestação em defesa da família tradicional, da vida, da liberdade de expressão e religiosa


São aguardados mais de 100 mil pessoas no protesto em Brasília


Líderes evangélicos irão se reunir no próximo dia 05 de junho (quarta-feira), em Brasília, em frente ao Congresso Nacional. 
O evento será uma manifestação em defesa da família tradicional, da vida, da liberdade de expressão e religiosa. A programação está agendada para iniciar-se às 15h, e contará com a participação dos cantores Thalles Roberto, André Valadão, Aline Barros, Eyshila, Nani Azevedo, David Quinlan, Cassiane e Bruna Carla.
Organizadores aguardam mais de 100 mil pessoas no protesto, para marcar posição contra o casamento gay, o aborto e o Projeto de Lei 122.
“Já que estão forçando a barra sobre o casamento gay, vamos a Brasília para dizer que estamos do outro lado. Não é um ato exclusivo para apoiar Marco Feliciano, mas para marcarmos nossa posição. Vamos dar a nossa resposta. Todas as lideranças evangélicas estarão presentes, assim como a bancada evangélica. Vai ter gente de todos os lados do Brasil”, afirmou a organização.

Fonte: cpadnews / verdadegospel

sexta-feira, 24 de maio de 2013

5 Sinais de que Você Glorifica a Si Mesmo

Por Paul Tripp
É importante reconhecer o fruto de autoglorificar-se em você e em seu ministério. Que Deus use esta lista para lhe conceder sabedoria diagnóstica. Que ele use esta lista para expor seu coração e redirecionar seu ministério.
Autoglorificar-se fará com que você:

1. Ostente em público o que deveria ser mantido em particular.

Os fariseus são um vívido exemplo primário para nós. Porque eles viam suas vidas como gloriosas, eles eram ligeiros em ostentar essa glória diante dos olhos de quem estivesse vendo. Quanto mais você pensa que você já chegou lá, e quanto menos você vê a si mesmo como necessitando de graça resgatadora, mais você tenderá à autorreferência e à autocongratulação. Por você estar atento à autoglorificação, você vai trabalhar para conseguir maior glória mesmo quando não estiver consciente de que está fazendo isso. Você tenderá a contar histórias pessoais que fazem de você o herói. Você encontrará maneiras, em cenários públicos, de falar de atos privados de fé. Por você se achar digno de aplausos, você buscará os aplausos de outros encontrando maneiras de apresentar a si mesmo como “piedoso”.
Eu sei que a maioria dos pastores lendo esta coluna pensarão que nunca fariam isso. Mas estou convencido de que há mais “desfile de piedade” no ministério pastoral do que tendemos a pensar. Esta é uma das razões pelas quais eu acho conferências pastorais, reuniões de presbitério, assembleias gerais, convenções, e reuniões de plantação de igreja desconfortáveis às vezes. Após uma sessão ao redor da mesa, essas reuniões podem se degenerar a um “concurso de cuspe” de ministério pastoral, onde somos tentados a menos do que honestos sobre o que de fato está acontecendo em nossos corações e em nossos ministérios. Após celebrar a glória da graça do evangelho, há demasiado recebimento de glória autocongratulatória por pessoas que parecem precisar de mais aplausos do que merecem.

2. Seja demasiadamente autorreferente

Todos nós sabemos disso, todos nós já vimos isso, todos nós já ficamos desconfortáveis com isso, e todos nós já fizemos isso. Pessoas orgulhosas tendem a falar muito de si mesmas. Pessoas orgulhosas tendem a gostar mais de suas próprias opiniões do que das opiniões dos outros. Pessoas orgulhosas pensam que suas histórias são mais interessantes e cativantes do que as dos outros. Pessoas orgulhosas pensam que eles sabem e entendem mais do que os outros. Pessoas orgulhosas pensam que conquistaram o direito de serem ouvidas. Pessoas orgulhosas, por basicamente terem orgulho do que sabem e do que fizeram, falam muito sobre ambos. Pessoas orgulhosas não falam a respeito de suas fraquezas. Pessoas orgulhosas não falam a respeito de suas falhas. Pessoas orgulhosas não confessam pecado. Então pessoas orgulhosas são melhores em colocar os holofotes sobre si mesmas do que em refletir a luz de suas histórias e opiniões de volta para a gloriosa e completamente imerecida graça de Deus.

3. Fale quando deveria ficar calado.

Quando você pensa que já chegou lá, você é bem orgulhoso e confiante de suas opiniões. Você confia em suas opiniões, então você não está tão interessado nas opiniões dos outros quanto deveria estar. Você tenderá a querer que seus pensamentos, perspectivas e pontos de vista vençam em qualquer reunião ou conversa. Isso significa que você estará muito mais confortável do que você deveria estar com dominar um grupo com sua conversa. Você falhará em ver que na multidão de conselhos há sabedoria. Você falhará em ver o ministério essencial do corpo de Cristo em sua vida. Você falhará em reconhecer suas tendências e sua cegueira espiritual. Você não irá a reuniões formais ou informais com um senso pessoal de necessidade do que os outros têm a oferecer, e você controlará a conversa mais do que deveria.

4. Fique quieto quando deveria falar.

A autoglorificação pode ir para o outro lado também. Líderes que são muito autoconfiantes, que involuntariamente atribuem a si mesmos o que poderia apenas ser efetuado pela graça, frequentemente veem reuniões como uma perda de tempo. Por serem orgulhosos, eles são muito independentes, então as reuniões tendem a ser vistas como uma interrupção irritante e inútil de uma agenda ministerial já sobrecarregada. Por causa disso, ou eles acabarão com todas as reuniões ou as tolerarão, tentando finalizá-las o mais rápido possível. Então eles não lançam suas ideias para consideração e avaliação porque, francamente, eles não acham que precisam. E quando suas ideias estão na mesa e sendo debatidas, eles não entram na briga, porque eles pensam que o que eles opinaram ou propuseram simplesmente não precisa de defesa. A autoglorificação fará com que você fale demais quando você deveria ouvir, e com que você não sinta necessidade de falar quando você certamente deveria.

5. Se importe demais com o que os outros pensam de você.

Quando você caiu no pensamento de que você é alguma coisa, você quer que as pessoas reconheçam esse “alguma coisa”. Novamente, você vê isso nos fariseus: avaliações pessoais de autoglorificação sempre levam a um comportamento de busca por glória. Pessoas que pensam que chegaram a algum lugar podem se tornar hipersensíveis a como outras pessoas reagem a elas. Por você ser hipervigilante, observando a maneira pela qual as pessoas em seu ministério respondem, você provavelmente nem sequer percebe como você faz as coisas por autoaclamação.
É triste, mas frequentemente ministramos o evangelho de Jesus Cristo por causa de nossa própria glória, não pela glória de Cristo ou a redenção das pessoas sob nossos cuidados. Eu já fiz isso. Eu já pensei durante a preparação de um sermão que um certo ponto, colocado de certa maneira, poderia ganhar um detrator e eu já fiquei observando à procura da reação das pessoas enquanto eu pregava. Nesses momentos, na pregação e na preparação de um sermão, eu abandonei meu chamado como embaixador da eterna glória de outro pelo propósito de conseguir para mim o louvor temporário dos homens.


Por Paul Tripp. Copyright © 2013 The Gospel Coalition, Inc. Todos os direitos reservados. Usado com permissão. Original: 5 Signs You Glorify Self.
Paul Tripp é pastor, escritor, e conferencista internacional. Ele é presidente do Paul Tripp Ministries e trabalha para conectar o poder transformador de Jesus Cristo ao dia a dia.
Tradução: Alan Cristie – Mionistério Fiel © Todos os direitos reservados. Webisteswww.MinisterioFiel.com.br e www.VoltemosAoEvangelho.com. Original: 5 Sinais de que Você Glorifica a Si Mesmo (Paul Tripp)
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

terça-feira, 21 de maio de 2013

O que fazer quando a Palavra não te impacta mais?




Por David Murray / Tradutor: Kimberly Anastacio


“O que você faz quando a pregação da Palavra não te impacta mais como antigamente?”


Essa é a pergunta que me foi feita recentemente por um jovem sincero que aparenta estar buscando honestamente ao Senhor.

Muitos de nós conseguem se identificar com essa questão por já terem estado nessa situação. Nos lembramos do impacto que os sermões tinham sobre nós no passado – impressões fortes, convicções intensas, ilustrações poderosas – mas agora, nos sentimos como estátuas frias e inanimadas enquanto escutamos aos mesmos pregadores pregando os mesmos sermões. O que deu errado? Isso pode variar para pessoas diferentes, mas deixe-me sugerir algumas possibilidades.

1. Cansaço

A principal causa para uma escuta improdutiva da Palavra é a fadiga e, até mesmo, a exaustão. Trabalhamos muito e por muito tempo durante a semana. Nos sentamos e nos aquietamos pela primeira vez no Domingo pela manhã e, surpresa, nossas pálpebras começam a pesar como chumbo e nossos corpos começam a escorregar no banco da igreja. Uma hora extra de sono a cada noite pode reviver nossas almas.

2. Distração

Sábado à tarde e à noite são bons momentos para resolver pendências da semana e se preparar para a Segunda. Se não fazemos isso no sábado, estaremos fazendo pelo Domingo, mesmo que mentalmente, na igreja.

3. Indisciplina

Se nós não estamos lendo as nossas bíblias e orando de forma regular e disciplinada durante a semana, não podemos realmente esperar que estejamos espiritualmente sintonizados e sensíveis no domingo.

4. Pecado

Como pecados impenitentes formam uma barreira entre nós e Deus, precisamos nos certificar de que não há nada importante em nossas vidas bloqueando a bênção de Deus.

5. O pregador

Pode ser que o pregador esteja pregando uma série de sermões em um livro ou assunto que não se encaixa com as suas necessidades espirituais do momento. Apesar disso testar a nossa paciência, considerar o longo prazo pode mitigar nossa frustração. Não, você não precisa tanto dessas verdades/dessa série agora, mas pode guardar isso na sua mente e coração para quando precisar no futuro. Talvez nós possamos mortificar o nosso egoísmo orando: “Senhor, eu não estou absorvendo nada desse sermões mas estou grato por outros estarem e oro pela sua bênção sobre eles”.

6. Soberania

Deus pode estar testando a nossa fé ao nos deixar experimentar um período de frieza para com a Palavra. Nós andaremos pela fé até mesmo quando não há sentimentos nos ajudando no percurso? Nós escutaremos, confiaremos e obedeceremos mesmo quando não estamos sendo inspirados e movidos pela pregação?

7. Humildade

Deus também pode usar esses períodos para humilhar os nossos corações e nos mostrar quanta dureza ainda há em nós. “Estou ouvindo as mais belas verdades e isso me deixa frio como pedra. O pregador está derramando o seu coração nisso e eu nem posso ter certeza de que tenho um coração”. Essas experiências dolorosas revelam como ainda precisamos trabalhar a santificação dos nossos corações.

8. Encorajamento

O fato de estarmos incomodados com a nossa frieza espiritual é um sinal tranquilizador. Se estamos indiferentes sobre estarmos indiferentes, despreocupados com a nossa falta de preocupação, isso é, de fato, preocupante. Entretanto, o próprio fato de sentirmos e lamentarmos isso no mostra que Deus tem trabalhado em nossos corações. Podemos nos lembrar de quando olhávamos para a Palavra sem um mínimo de vida espiritual e isso não nos incomodava nem um pouco. Que isso nos incomoda agora e nos faz orar por uma transformação de coração revela um coração que já foi soberanamente transformado.


Fonte: estudosgospel

sexta-feira, 17 de maio de 2013

´Mídia no Brasil estimula erotização precoce das crianças´, diz Guilherme Schelb


Brasil ocupa o primeiro lugar dos países do mundo em destino de turismo sexual com crianças

Guilherme Schelb, honorário da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) e procurador regional da República, falou sobre a atuação de pedófilos no Brasil. Ele criticou fortemente o estímulo sexual inserido já no ambiente infantil e escolar e ressaltou que essa é uma realidade característica do país. Um curso sobre violência sexual infanto-juvenil será ministrado por ele.

Os temas de erotização e abuso sexual de crianças e adolescentes foram debatidos no programa de rádio da ANAJURE, na última segunda-feira (13). Guilherme Schelb trabalha há mais de 20 anos investigando casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por todo o Brasil.

Schelb destacou a mídia e materiais de uso pedagógico que estimulam a erotização precoce. “Há um movimento organizado no mundo, em diversos países, inclusive no Brasil, que defende o direito da criança de manter relações sexuais com adultos. É a corrupção e a perversão sendo trazida para o cotidiano, como se fosse algo trivial, como uma regra de trânsito”, destacou. Ele alertou a sociedade a respeito de um grupo social que reivindica a autonomia de vontade para a criança de decidir sobre a relação sexual.

“As crianças, especialmente agora no Brasil, é um fenômeno do Brasil, as crianças são estimuladas de forma abusiva nas mídias, estão trazendo as crianças para um ambiente de fatos e conhecimentos profundamente eróticos, fora do seu normal desenvolvimento”, acrescentou Schelb.

Ele também criticou alguns estilos de música brasileira. “Algumas formas que a letra é absolutamente desaconselhável para uma criança em desenvolvimento ouvir. Por exemplo, uma música que exorta a transar, fazer sexo, consumo de drogas e bebidas”, condenou.

“Nesse contexto social extremamente erotizado, as crianças brasileiras já imersas nesse ambiente deturpado. Isso é uma realidade brasileira. Há um processo em que a criança já está sendo levada a uma autonomia de vontade de decidir pela relação sexual muito precocemente”, explicou o procurador.

Como uma ação para combater a pedofilia, um curso online será promovido. Serão discutidas “orientações para identificar e encaminhar situações suspeitas envolvendo crianças e adolescentes no cotidiano das famílias”, informou a ANAJURE. Com custo simbólico, terá a carga horária de 30 horas e será ministrado por Guliherme Schleb. Tem como público-alvo pais, líderes cristãos, estudantes e interessados em geral e será fornecido certificado de participação.

O Brasil ocupa o primeiro lugar dos países do mundo em destino de turismo sexual com crianças. Hoje, 76% dos pedófilos atuam no país. A ANAJURE lançou uma Campanha Nacional contra a Erotização e Abuso Sexual Infanto-Juvenil.

“O objetivo é alertar a sociedade e mais especificamente a igreja evangélica brasileira sobre esta triste realidade. Não só alertar, como também informar e ajudar. Nossa luta é árdua porque sabemos que, por exemplo, a erotização infantil é uma das bandeiras do movimento LGBT brasileiro, assim como o é a pedofilia, que eles chamam disfarçadamente de ‘redução da idade do consentimento sexual’. Estamos atentos a tudo isso e combatendo o bom combate em todo o país, com a nossa rede de juristas”, disse Uziel Santana, presidente do Conselho Diretivo Nacional da ANAJURE.

domingo, 12 de maio de 2013

Mãe - Um Ministério Singular - Poesia

Por Ricardo Santos


A natureza é singela
A maternidade é santa
O horizonte da janela
A fonte da beleza implanta.

O fundo do mar é profundo
O saber de Deus é sem fim
A vida é sobre tudo
A semelhança do sim.

O grito que corta o silêncio
É a mais pura emoção
E fato corre com o tempo
É santo e pura criação.

Mãe, mamãe, maternidade
Presente do nosso Senhor
Por toda humanidade
Exemplo do mais puro amor.

É justa esta homenagem
É santo e bendito o momento
No verso registro a mensagem
De Deus é o ato tão bento.

A maternidade é ampla
Do sangue e do coração
O amor que tudo encampa
Dá força a inspiração.

A Deus, Pai Bondoso agradeço
Por este gesto de amor
A todas mães meu apreço
A honra, o carinho e o louvor.




Fonte: estudogospel