sexta-feira, 29 de setembro de 2017

OS QUE BUSCAM CONSAGRAÇÃO PASTORAL MESMO SEM VOCAÇÃO E CHAMADA.


Por Nonato Souza
Ministério AD Minha Esperança - compromisso com a Palavra.


“E vos darei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com sinceridade e com inteligência” (Jeremias 3.15).

Inicialmente vou recorrer a Richard Baxter. Ele disse: "O homem que não for totalmente sincero como cristão, não poderá estar apto para ser pastor de Igreja".
Richard Baxter foi um pastor bem a frente da sua época. Era totalmente comprometido com as pessoas do seu tempo, homem de lutas, pastor que cuidava de vidas, o que o levava a conhecer cada ovelha e não apenas ministrar ao grupo que se reunia para ouvi-lo. Baxter tinha o hábito de levar as pessoas a pensar com base nas Escrituras Sagradas onde poderiam desfrutar da suficiente graça de Deus.
 O que disse Richard Baxter acima é uma verdade clara e muito presente nos dias atuais, pois se cumpre literalmente hoje. Não tenho dúvidas que estamos vivendo um tempo onde se vê muitos aproveitadores, homens insinceros que estão em busca de alcançar altas posições, através de consagrações ministeriais, simplesmente, para ter um título e reconhecimento.
O profeta Ezequiel trás uma visão clara a esse respeito ao profetizar contra os líderes infiéis de Israel:
“Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza e dize aos pastores: Assim diz o Senhor Jeová: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas? Comeis a gordura, e vos vestis da lã, e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. A fraca não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer,e a perdida não buscastes; mas dominas sobre elas com rigor e dureza. Assim, se espalharam, por não haver pastor, e ficaram para pasto de todas as feras do campo, porquanto se espalharam. As minhas ovelhas andam desgarradas por todos os montes e por todo o alto outeiro; sim, as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a face da terra, sem haver quem as procure, nem quem as busque” (Ez 34.2-6).   
O texto de Ezequiel faz referência aos líderes da nação: reis, sacerdotes, profetas que tosquiavam o rebanho em busca de ganho pessoal. Buscavam o próprio favorecimento para enriquecerem e se tornarem grandes. Ao invés de cuidarem daqueles que foram entregues aos seus cuidados, não davam a mínima atenção ao trabalho determinado por Deus. Estavam, na verdade, preocupados em saciar seus próprios apetites ao tornarem-se grandes, gordos, ricos e tranquilos. O que diz o profeta mostra a realidade presente entre muitos pastores e no ministério atualmente.
É claro que, o que vemos atualmente é basicamente o reflexo de obreiros despreparados que não foram experimentados no campo de trabalho e simplesmente chegam a uma consagração ministerial porque se dão à prática de lisonjear aqueles que os lideram.  Sem vocação, sem chamada, sem disposição nem tempo para o exercício pastoral, querem simplesmente ser chamados de pastores e deter um cargo para se apresentarem  como tais.
Para alcançar os títulos tão almejados os tais obreiros se tornam bajuladores, frequentadores constantes dos trabalhos da igreja local e reuniões ministeriais – após as consagrações eles desaparecem e deixam de ajudar o trabalho –,  coniventes com erros os mais crassos possíveis, estando dispostos até negociar com qualquer um e por qualquer preço, a consagração e as posições que desejam.
Certíssimo Richard Baxter, o serviço pastoral não é para aqueles que vocação nenhuma tem e, muito menos para quem não está disposto a deixar tudo para enfrentar o labor do trabalho pastoral.
Há muitos em busca de um cargo de Ministro do Evangelho, mas será que estão dispostos a cuidar do rebanho do Senhor? Estão eles disposto a deixar o seu bom emprego o alto salário para se dedicar exclusivamente ao labor pastoral de cuidar de vidas que precisam do seu dom? Muitos não tomarão esta decisão, pois querem apenas o título, se aceitarem e não deixarem tudo para cuidar de sua chamada, são simplesmente aproveitadores que buscam apenas o título para dele se ufanar.
Ser pastor dedicado requer abdicação de muitas coisas, haja vista o que Paulo disse: "Ninguém que milita se embaraça com negócio desta vida, a fim de agradar aquele que o alistou para a guerra" (2 Tm 2.4). Não basta ter o título e ficar cada culto sentado em uma tribuna passivamente sem nada fazer em prol do Reino de Deus.  Penso até que esse comportamento depõe contra a chamada pastoral e vocação.
Seria importante se pastores fossem de fato exercer o trabalho pastoral. Alguns reclamam que não tem igreja no campo para pastorear, no entanto, isto é uma objeção vaga, pois quem quer de fato se envolver no trabalho pastoral, cumprir uma missão e tem chamada e vocação, começa, como dizia os pastores antigos, um trabalho até debaixo de uma árvore. O que não falta é onde se começar um trabalho e efetivamente vontade para se ganhar almas para o Reino de Deus.
Na verdade, o que alguns obreiros querem mesmo é púlpito, posição e status e isto não se consegue em um trabalho distante, sem recursos, começando em um lugar rude e com uma quantidade mínima de pessoas.     
O pastor chamado e vocacionado, se lança ao labor pastoral completamente, sabendo que o mesmo tem um alto preço a pagar. Ele o faz com um coração sincero, amoroso e devotado no cumprimento de sua chamada para que ao militar legitimamente seja coroado naquele dia (2Tm 2.5).
O trabalho pastoral é para quem está disposto a se afadigar na Palavra e no labor diário por amor dos escolhidos, sejam eles poucos ou muitos, levando-os a alcançar a salvação que está em Cristo Jesus. Se não estás disposto ao sofrimento, desgastes e às durezas da vida pastoral, que vá cuidar da sua empresa, do seu bom emprego, das suas atividades que te dão regalias, conforto e segurança. Fique simplesmente auxiliando na igreja local em seus trabalhos diários e projetos, mas não se meta a fazer algo para o qual não foi chamado nem vocacionado. Deus ficará satisfeito e é um favor que você presta ao Reino de Deus e a você mesmo.
Fica aqui também minha advertência aos pastores líderes que gostam de bajuladores, de gente que a única função que tem é ficar à volta de tais líderes para lisonjear. Esses que se dão a esse tipo de expediente, normalmente vivem em total desajustes diante de Deus e dos homens, mas, por suas famigeradas bajulações acabam recebendo por recompensa suas tão almejadas consagrações.
Para os líderes que se deixam dominar por tais bajuladores Paulo adverte: "A ninguém imponhas precipitamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo puro” (2 Tm 5.22). O que muitos pastores têm feito neste tempo atual com esta classe de gente neste mister é simplesmente lamentável. Impõe as mãos precipitamente sobre os tais e então, voltam às suas igrejas para nada mais fazerem, senão viver em um estado de letargia e por vezes criar problemas no âmbito da igreja local. Infelizmente.
Concluo minha reflexão dizendo aos que têm vocação e plena convicção da chamada de Deus em sua vida que sigam avante, envolvam-se completamente, prepararem-se para o exercício do ministério, pois, quem deseja o episcopado excelente obra deseja. É do apóstolo Pedro as seguintes palavras:
“Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mais voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho. E quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coro de glória” (1Pe 5.2-4).   
Aos “apresentados”, mas que não tem chamada, nem vocação, peço-lhes que fiquem nos seus lugares, procurando ajudar a obra de Deus de outra forma. Assim, irão atrapalhar menos. Não são pastores que dão pastores à Igreja, estes (os líderes), quando querem satisfazer suas vontades acabam atrapalhando, o bom andamento da obra.
Atente para uma coisa, é o SENHOR que diz: “E vos darei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com sinceridade e com inteligência” (Jr 3.15).
Que Deus tenha misericórdia da sua Igreja. 


#ministerioadminhaesperançafaçaparte
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terça-feira, 9 de maio de 2017

QUERO, EM DEUS, CONCRETIZAR OS MEUS SONHOS


Ministério AD Minha Esperança
Pr. Nonato Souza.


"Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Fp 3.14).


Sim, quero concretizar os meus sonhos. Sem esmorecimento, desistência ou corpo mole desejo permanecer firme nos objetivos que Deus colocou em meu coração.

Sonho a que me refiro, não é aquilo que experimentamos a noite, enquanto dormimos. Estou me referindo a uma ideia, plano, agenda, objetivo provenientes de Deus e conducentes a resultados que honram a Deus.

Entendo que as pessoas que sonham são as que voam como águias e estão dispostas a viver acima da mediocridade. É claro que não estou falando, simplesmente, em objetivos ocupacionais, familiares, ministeriais, que estou certo, são bons. Mas em sonhos que resultam na edificação do caráter, cultiva a justiça e acima de tudo o governo de Deus em nossas vidas.

Swindoll diz que “sonhos são específicos, não gerais. São pessoais não públicos”. Os sonhos são meus. Se for levado a outros, à multidão, certamente vão dizer é grande demais para você, são ilógicos. Eles rirão de você, visto que não é possível dar lógica a seus sonhos. Swindoll diz também que os nossos sonhos “se fazem acompanhar sempre de um desejo intenso de concretizá-los. Eles estão sempre fora das coisas esperadas”. São chocantes, espantosos aos olhos daqueles com quem compartilhamos.

Líderes autênticos são feitos de sonhos. Se não sonha a liderança se torna completamente limitada.  Swindoll diz que os sonhos ajudam-nos na determinação de nosso plano de voo como águias que se elevam aos ares.

A Bíblia faz menção de Josué e Calebe como dois homens de visão e sonhadores. Eles estavam entre os doze que foram enviados a espiar a terra prometida. Este grupo permaneceu na terra por 40 dias e, então, voltaram com suas opiniões totalmente divididas. Dez deles diziam: Não tem jeito, é complicado possuir a terra. Mas os dois, Josué e Calebe, discordavam completamente e diziam: Somos capazes, vamos tomar posse da terra.

Rodeados por companheiros e posteriormente por uma multidão que entendiam ser impossível ao exército de Israel conquistar a terra e que já apelavam a um retorno ao Egito, esses dois homens fincaram pé, eles diziam: Podemos vencer.

Como é possível que líderes vejam o mesmo cenário de forma tão diferenciada? Simples: Dois tinha visão, determinação, sonhos, os outros dez, não. Aqui está uma ilustração da vida. Sempre nos encontraremos entre esses dois mundos. A coisa pode se complicar ainda mais quando o lado negativo das coisas é tangido por uma maioria que sempre falarão mais alto em relação ao pequeno grupo dos que andam pela fé e não pela vista.

Dez espias viram os problemas da terra; dois, virão a solução. Dez viram os obstáculos ali existentes; dois, o caminho. Dez impressionaram-se com o tamanho dos gigantes; dois, com o tamanho de Deus. Vê-se, então que Josué e Calebe possuíam determinação tenaz, coisa que os dez não tenham. Resultado: os dez se assustaram e queriam voltar à escravidão.

As palavras de Josué demonstram claramente a coragem destes homens diante daquele momento adverso: “Se o Senhor se agradar de nós, então, nos porá nesta terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão somente não sejais rebeldes contra o Senhor e não temais o povo desta terra, porquanto são eles o nosso pão; retirou-se deles o seu amparo, e o Senhor é conosco; não os temais” (Nm 14.8,9).

Veja a coragem destes dois homens. Ousados e audaciosos desafiam todo o povo de Israel a que confiem no Senhor. O resultado desta coragem e confiança é que eles foram honrados por Deus. Os israelitas, devido sua incredulidade receberam a sentença de Deus e permaneceram durante 40 anos caminhando no deserto, provavelmente em círculo, até que toda aquela geração de incrédulos e pensadores negativos, perecessem no deserto.

Josué e Calebe por terem um espírito diferente, de excelência (Nm 14.24) entraram na terra alcançando a promessa. Muito mais poderia ser dito acerca destes dois homens. Eram piedosos, fiéis e firmes em suas decisões, nunca se desviaram do pacto integral que estabeleceram com Deus. Tinha o Senhor como centro de suas motivações. Penso que é assim que devemos ser, se queremos concretizar os nossos sonhos em Deus.

Que o Senhor nos ajude! 


Notas Bibliográficas:

Swindoll, Charles R. Como viver Acima da Mediocridade. 3ª ed. São Paulo: Editora Vida.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Os males da religiosidade que mata


Por Nonato Souza
Ministério Minha Esperança


“E outra vez entrou na sinagoga, e estava ali um homem que tinha uma das mãos mirradas. E estavam observando-o se curaria no sábado, para o acusarem. E disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te e vem para o meio. E perguntou-lhes: É lícito no sábado fazer bem ou fazer mal? Salvar a vida ou matar? E eles calaram-se. E, olhando para eles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a mão, sã como a outra. E tendo saído os fariseus, tomaram logo conselho com os herodianos contra ele, procurando ver como o matariam” (Mc 3.1-6).


A ênfase do texto está no homem que tinha uma das mãos mirradas e que fora curado por Jesus milagrosamente em um dia de sábado. Ali estavam homens religiosos formalistas que buscavam encontrar Jesus realizando algum milagre em um dia de sábado para prejudicá-lo. Eram eles, os religiosos que estavam ali à espreita reivindicando rigidez e santidade nas mínimas coisas, estando eles mesmos repletos de malícia e de pensamentos iracundo no meio da congregação.
É isso, religiosos fincados em seu sistema moralista nunca estão preocupados com o bem do próximo muito menos com os interesses do Reino de Deus. Sua maior preocupação é com o cumprimento de preceitos, dogmas e instituições. Para eles, tradições estão sempre acima do bem que se pode fazer ao próximo.

Jesus mostrou com clareza de detalhes que tudo isto é um erro. No texto apresentado pelo evangelista Mateus 12.11 o Mestre conta aos que compõem sua audiência uma pequenina história sobre uma ovelha cujo dono procurará salvá-la, se estiver caída numa cova mesmo sendo um dia do sábado. Jesus aplica aqui o princípio da vida, de que mais vale fazer o bem a alguém que guardar preceitos e tradições. Para Jesus, deixar de fazer o bem ao próximo, deixando-o perecer sofrimento só porque é o dia de sábado é um engano. O ensino do Mestre é que tradições e costumes não estão acima do bem e amor que se deve dar e fazer ao próximo.

Observe-se que Jesus curou o homem fazendo a este o bem que tão somente necessitava. Quanto aos religiosos, estavam sim, interessados em tirar a vida de Jesus, simplesmente porque fizera o bem a alguém necessitado. Estavam os religiosos preocupados com a quebra de preceitos e não com o bem que se devia fazer ao próximo. Lamentável isso, não?

É lamentável que neste século pós-moderno ainda haja pessoas agindo debaixo de tamanha religiosidade, capazes de agir igual os religiosos dos tempos de Jesus. Enraizados em suas tradições religiosas, próprias de um sistema religioso morto que massacra e dilacera completamente a alma, pois nenhum refrigério trás a esta, conduzindo o homem para distante da imensurável graça de Deus, muitos líderes estão embrulhado com o cobertor do formalismo religioso prestes a sucumbir completamente.

Estes em nome de uma santidade baseada apenas em tradições, maltratam, dilaceram, ferem e expulsam da igreja local pessoas que a única coisa que querem é servir a Deus, o Senhor, a quem entregaram suas vidas, outrora errantes. Por vezes sem ter a chance de se explicarem são tratadas como se valor nenhum tenham por causa de tradições humanas que a todo custo devem ser obedecidas. Algo simplesmente inexplicável.

Para esses líderes, à semelhança dos religiosos dos tempos de Jesus, é melhor matar, expulsar, vilipendiar a ovelha que curar-lhes as feridas. Para eles é mais importante preservar a instituição, as tradições humanas que regem a mesma, que a vida espiritual da ovelha ferida. Tais religiosos são fariseus, cujo amor e zelo estão simplesmente numa capa de religiosidade, sem apego nenhum a Deus, os princípios da Palavra e amor ao próximo. Importante mesmo é a instituição que defendem a ferro e fogo sem, contudo, amar o Reino de Deus. Sinceramente, não entendo isto como Cristianismo autêntico. 
  
O texto bíblico que estamos apreciando fala da indignação do Senhor Jesus devido dureza de coração daqueles líderes religiosos. Ali estavam líderes religiosos cujos corações estavam dispostos a ver e aceitar o sofrimento de pessoas necessitadas a quebrar paradigmas religiosos. Religiosos maus, hipócritas, sem afeição natural, preferiam continuar vendo a dor do seu próximo a simplesmente quebrar uma tradição. Jesus os censurou, reprovou, pois não concordaria jamais com tais atitudes. Foi adiante, curou o homem sofrido, tendo dele compaixão. O olhar terno e compassivo de Jesus alcançou aquele pobre e necessitado ser humano, coisa que o olhar medíocre de muitos líderes, não consegue alcançar.

Ponho-me a pensar naqueles líderes religiosos presentes naquela reunião. Não conseguiram vislumbrar as necessidades espirituais, físicas e emocionais daquele pobre homem. Estavam prontos a condená-lo por está ali para ser curado num dia de sábado. Jesus, diferentemente dos líderes religiosos, o olhou e com amor terno e o entendeu, curando suas feridas. Quando fez isto, quebrou paradigmas, pois estava preocupado com um ser humano carente de socorro naquele momento.


Penso que é preciso olhar além das tradições meramente humanas e costumes estabelecidos. O amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo está acima de qualquer tradição, Jesus mostrou isto por inúmeras vezes. Paulo também foi cirúrgico nestas questões (Cl 2. 4-23). Precisamos olhar com coração à semelhança de Jesus. Temos o seu exemplo. Foi Ele que nos ensinou: “Misericórdia quero e não sacrifício” (Mt 9.13). Deus nos ajude!