terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Levando o “IDE” a Sério


Por Nonato Souza

Deus está interessado em que a igreja alcance o maior número possível de almas. Assim sendo, capacitou seu povo com dons objetivando levá-los à maior colheita de todos os tempos. Nesta tarefa evangelizante, não estamos sós, temos a presença do Espírito Santo, nosso ajudador inseparável.

Na verdade, a grande responsabilidade da igreja está relacionada com a visão dos campos que brancos estão, pronto para ser ceifados. Sabe-se que há admoestação da parte do Senhor para levantarmos nossos olhos e contemplarmos o mundo que caminha à perdição eterna, sem Deus e sem salvação.

Não há tarefa mais importante destinada à Igreja do Senhor Jesus, que anunciar a salvação através de Cristo a toda a humanidade. A Igreja primitiva se ocupou primacialmente desta tarefa. A evangelização foi de tal maneira desenvolvida pelos cristãos primitivos que em aproximadamente dois anos, a Ásia Menor já havia sido alcançada.

Evangelismo significa apresentar o Senhor Jesus, como Salvador a toda criatura. É evangelizar. Espalhar as boas novas de salvação em Cristo Jesus. Entende-se, que é a Igreja a grande geradora de mais discípulos. O resultado de evangelizar, é a conquista das almas para o Reino de Deus, portanto, se entende, ser esta a mais importante tarefa do crente salvo.

Em tempo de crise e inércia espiritual, ainda temos a presença do Espírito Santo desejoso de usar aqueles que se dispõe a uma entrega plena no trabalho evangelístico. Na tarefa evangelizante, o mais importante é que o Espírito Santo glorifique a Cristo enquanto realizamos a obra de evangelização sob sua direção. A igreja deve investir todas suas forças neste mister, entendendo que o que fazemos não é uma opção mas uma obrigação (1Co 9.16).

Proclamar o Evangelho (gr. Evanguélion) que significa “boas novas” é responsabilidade de cada salvo em Cristo Jesus. Quando falamos acerca do evangelho, estamos, na verdade proclamando notícias alegres de salvação através de Cristo.

É na verdade, estas boas novas, que precisamos PROCLAMAR, se objetivamos ver o crescimento do Reino de Deus. Proclamar anunciando, denunciando e revelando.

Buscando alcançar e cumprir o IDE de Jesus a ADEB – Assembleia de Deus de Brasília no Setor “O” em Ceilândia – DF, tem saído às ruas para o trabalho de evangelização. Com cultos e evangelismo pessoal em logradouros públicos, praças, feiras e outros locais, estamos saindo nas manhãs, tardes, noites e madrugadas para levar as “boas novas de salvação” àqueles que necessitam ser alcançados pelo Evangelho de Cristo Jesus. É o “IDE” sendo levado a sério.

Imagens:


domingo, 1 de dezembro de 2013

O declínio da pregação e a decadência da igreja

Por Judiclay Santos


No dia 18 de janeiro de 1548, na Cathedral of Saint Paul, no coração de Londres, um dos mais notáveis reformadores ingleses pregou uma poderosa mensagem que ecoa através dos séculos. O Sermão do Arado, pregado por Hugh Latimer, é uma trombeta do céu que ressoa sobre a igreja e exorta os pregadores.


Quem dera nossos prelados fossem tão diligentes para semear os grãos de trigo da sã doutrina quanto satanás o é para semear as ervas daninhas e o joio! Onde o diabo está em residência e está com o seu arado em andamento, ali: fora os livros e vivam as velas!; fora as Bíblias e vivam os rosários!; fora a luz do evangelho e viva a luz das velas – até mesmo ao meio dia!; [...] vivam as tradições e as leis dos homens!; abaixo as tradições de Deus e sua santíssima Palavra[...]"1

A dura crítica de Latimer é verdadeira, consistente e terrivelmente atual. É impressionante considerar que a realidade da igreja na Inglaterra em meados do século 16 é muito similar à realidade da igreja no Brasil, no século 21. A situação nas igrejas cristãs, salvo as honrosas e raras exceções, é de extrema pobreza e mediocridade nos púlpitos. Dominicalmente são oferecidos sermões mortos, pregações vazias, discursos inócuos, preleções insossas. A igreja tem sido submetida a uma dieta terrível: uma sopa rala que não nutre a fé. Existe um contingente expressivo de pessoas sem maturidade e estatura espiritual, e Igrejas cheias de pessoas vazias. Há muita gente sofrendo o processo de infantilização por falta da pregação da Palavra.

Uma leitura cuidadosa da História cristã mostrará que existe uma estreita relação entre a pregação da Palavra e a vida da igreja. Todas as vezes que a pregação do evangelho floresce seu impacto se torna evidente na vitalidade da igreja e na subsequente transformação da cultura.


Se alguém gastasse uma semana lendo toda a Bíblia e, na semana seguinte, se familiarizasse com os principais acontecimentos da história da igreja, o que observaria? Que a obra de Deus no mundo e a pregação estão intimamente ligadas. Onde Deus age, ali a pregação floresce. Em todos os lugares em que a pregação é menosprezada ou está ausente, ali a causa de Deus passa por um tempo de improdutividade. O Reino de Deus e a pregação são irmãos siameses que não podem ser separados. Juntos, eles permanecem de pé ou caem.2

A igreja brasileira sofre por causa do declínio da pregação. A falência dos púlpitos é uma tragédia para o povo de Deus. Existem muitos palradores, mas poucos pregadores. Há uma enorme carência de homens que preguem o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo.3 Via de regra, o que se tem visto, de norte a sul do Brasil, são homens superficiais que oferecem um tipo de “alimento” incapaz de nutrir a fé. Boa parte dos cristãos não sabe o que significa o evangelho. Muitos não conhecem as verdades elementares da fé cristã. As implicações desta triste realidade são avassaladoras. O cenário evangélico brasileiro é constituído de igrejas teologicamente confusas, moralmente frouxas, socialmente inoperantes e espiritualmente decadentes.

I. OS RESULTADOS DO FRACASSO DA PREGAÇÃO NA VIDA DA IGREJA.

1) Empobrecimento do culto cristão.

Na estrutura do culto cristão, a exposição bíblica é o principal ato de adoração. Culto público de adoração sem a pregação do evangelho não é apenas pobre, é falso. “O que vemos hoje é a marginalização do púlpito. Há uma percepção de que o púlpito é apenas um móvel decorativo no santuário e que alguém tem que usá-lo para alguma coisa”.4 É triste e lamentável constatar a pobreza dos cultos. A falta de pregação bíblica e a quantidade de cânticos medíocres na musicalidade e heréticos no conteúdo é um escândalo. Quando a pregação não ocupa o centro no culto cristão e a Palavra perde a devida primazia na vida da igreja prevalecem o subjetivismo, o antropocentrismo, o sensacionalismo, o paganismo e todo tipo de excentricidades. Tais coisas, por sua natureza, não glorificam a Deus e não edificam a igreja de Jesus Cristo.  

2) Desfibramento moral da igreja. 

Se a pregação é o principal meio de graça, através do qual a igreja é santificada pela ação do Espírito Santo, onde não há pregação do evangelho a corrupção do coração é potencializada e se manifesta com maior força. Existem contundentes evidências da falta de integridade moral por parte de muitas pessoas que confessam ser cristãs. Valores e práticas incompatíveis com a Palavra de Deus se tornaram comuns no arraial evangélico. Se o profeta Oséias pregasse para essa geração de cristãos no Brasil, sua mensagem seria: “Volta, ó Israel, para o Senhor, teu Deus, porque, pelos teus pecados, estás caído”.5 A exortação do Cristo ressurreto à igreja em Sardes é bem adequada à igreja brasileira: “... não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus”.6 Uma das razões pelas quais a igreja padece de fraqueza moral é porque “há uma tendência dos púlpitos modernos a propagar uma mensagem que informa, mas não transforma, que diverte mas não converte” (Abgel).

3) Confusão doutrinária no seio da igreja. 

João Calvino, grande teólogo e experiente pastor, afirmou que “a ignorância é mãe de todas as heresias”. Onde a verdade é negligenciada floresce o erro. O Brasil, conhecido por sua cultura mística de profundas raízes no paganismo, é terreno fértil para a proliferação de ensinos errados. As matizes, quer seja, a pajelança indígena, os  ídolos do catolicismo romano, os rituais afro-ameríndios,   o kardecismo anglo-saxão ou as seitas “evangélicas”, conspiram contra o genuíno evangelho. Nesse cenário de múltiplas divindades, variados cultos e tantos credos, o enfraquecimento do magistério da Palavra e a negligência da pregação tornam a igreja vulnerável e criam o ambiente para o sincretismo. Não seria essa a triste realidade da igreja evangélica no Brasil?

4) Decadência espiritual.

Um púlpito fraco é a maior tragédia da igreja. Spurgeon estava certo ao afirmar que “o mais maligno servo de Satanás que conheço é o ministro infiel do evangelho”.7 O fracasso da pregação é a causa primária da miséria espiritual da igreja. Sempre que a igreja é transformada em teatro da fé, o púlpito em vitrine de vaidades, o culto em serviço de entretenimento e o pastor em animador de auditório, a decadência espiritual é inevitável. À luz das Escrituras, a falta de santidade, devoção, misericórdia, sabedoria, compaixão, fervor, piedade, vida e amor são evidências do declínio espiritual. A igreja tem dado sinais de fraqueza espiritual e existem algumas razões pelas quais isso acontece. O notável João Crisóstomo indica uma delas. "Quando você vir uma árvore cujas folhas estejam secas e murchas, algo de errado está acontecendo com as suas raízes; quando você vir um povo indisciplinado, sem dúvida, os seus sacerdotes não são santos".8 A igreja que tolera um pastor negligente no ministério da pregação comete suicídio. 

II. FATORES CONTRIBUINTES PARA O DECLÍNIO DA PREGAÇÃO.
O declínio não foi súbito, mas gradual. Um estudo criterioso apontará as razões pelas quais a glória da pregação ter sido apagada. O renomado Dr. Albert Mohler9 aponta alguns elementos significativos, dentre os quais, destacamos três:

1) A pregação contemporânea sofre de perda na confiança no poder da Palavra

Muitos pregadores não creem na autoridade da Bíblia como Palavra de Deus. É impressionante constatar a quantidade de pastores que deveriam nutrir a fé da igreja a partir da pregação da Palavra, mas não o fazem porque não confiam que de fato a Bíblia é a Palavra de Deus. Se um homem nega a inspiração, autoridade e suficiência da Escritura, ele não está qualificado para pregar.  

2) A pregação contemporânea sofre de obsessão por tecnologia

Vivemos em uma sociedade de forte apelo audiovisual. O emprego de novas tecnologias não deve ser descartado, mas avaliado criteriosamente. O risco não é usar esses recursos, mas se tornar escravo deles. Um pastor não pode gastar mais tempos preparando slides para apresentar o seu sermão do que estudando o texto bíblico  e orando diante de Deus, por si e pelos seus ouvintes. Como bem observou o dr. Moller, Deus decidiu ser ouvido e não visto. 

3) A pregação contemporânea sofre de focalização em necessidades sentidas

A principal necessidade do ser humano é a paz com Deus por meio de Cristo. Desconsiderar essa verdade torna o púlpito um centro de aconselhamento para tratar realização profissional, saúde financeira e relacionamentos interpessoais. A psicologização do púlpito é uma triste realidade no cenário evangélico brasileiro. Enquanto os pregadores gastam tempo falando sobre os sete passos para melhorar o casamento, muitos casais nada sabem sobre o que significa o texto: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”.10


O pastor moderno precisa voltar-se para o estudo profundo das Escrituras e para a pregação expositiva da revelação divina. Pequenos sermões tópicos, carregados de ilustrações sentimentais, que se ouvem nos púlpitos, [...] não satisfazem as mais profundas necessidades espirituais dos ouvintes”.11

Felizes são as igrejas cujos pastores pregam a Palavra de Deus. A história testemunha que as igrejas que mais crescem espiritualmente são aquelas que valorizam a pregação. Enquanto o púlpito não ocupar a primazia no culto não haverá edificação.

III. ENCORAJAMENTO AOS PREGADORES
A Reforma Protestante, a despeito de todas as acusações de seus detratores, deixou um glorioso legado para o cristianismo, o resgate da pregação pública da Palavra de Deus.  Os reformadores não inventaram a pregação, mas certamente lutaram para que ocupasse a primazia no culto cristão. Eles exortavam os que estavam sob a sua liderança  a buscar excelência na pregação da Palavra.  John Owen declarou que “o primeiro e principal dever de um pastor é alimentar o rebanho pela pregação diligente da Palavra”. Para tanto, eles tinham um pressuposto e uma motivação. Primeiro, eles entendiam que a pregação da Palavra de Deus é “um meio de graça indispensável e sinal infalível da verdadeira igreja” (Calvino). Segundo, a incansável luta desses gigantes da fé tinha como alvo a glória de Deus. Sendo essa a motivação primária para subir ao púlpito e anunciar o evangelho da graça. Deus é glorificado quando a igreja é edificada, e isso acontece através da diligente e fiel pregação da Palavra.

Martin Lloyd-Jones disse que a pregação é a tarefa mais importante do mundo. Calvino entendia que o púlpito é o trono de onde Deus governa a sua igreja. A reforma da igreja começa no púlpito da igreja. “O avivamento da igreja acontece quando se acende uma fogueira no púlpito”. (D. W. Moody).

UMA PALAVRA DE ENCORAJAMENTO

1) Pregue a palavra

Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina.12

Uma grande honra é sempre acompanhada de uma grande responsabilidade. A exortação de Alexander Wyte é muito oportuna: “Nunca pense em abrir mão da pregação! Os anjos em derredor do trono invejam sua grandiosa obra.” 

2) Estude exaustivamente o texto

Sem disciplina nos estudos não é possível pregar com excelência. “Pregação que não custa nada não vale nada”, exortava John Henry Jowett. O pastor deve dedicar-se aos estudos e a preparação do sermão. Alguém sugeriu que para cada minuto de pregação o pregador deveria investir uma hora de preparação. Pode parecer muito, ou até mesmo impraticável, mas o ponto é que o preparo é fundamental. Segundo Spurgeon, o príncipe dos pregadores, “aquele que cessa de aprender cessa de ensinar. Aquele que não semeia nos estudos não colhe no púlpito”. 

3) Crie pontes entre o mundo bíblico e o contemporâneo

Não torne a sua pregação uma coisa enfadonha e sem sentido. Conheça a Escritura, mas também o povo para o qual você prega. Mostre as pessoas a conexão entre o texto bíblico e a vida delas. Use ilustrações vivas e verdadeiras. Uma boa ilustração é como janelas em uma casa, iluminam e arejam o ambiente. A viva e eficaz Palavra de Deus precisa ser comunicada com clareza, a fim de que haja uma correta aplicação para os ouvintes. 

4) Seja humilde: você depende da graça de Deus

Certo pregador subiu ao púlpito cheio de confiança em si mesmo. Foi um completo fracasso. Então alguém lhe disse: Se você subisse como desceu (humilde) teria descido como subiu (confiante). A humildade é uma virtude que faz toda diferença na vida do pregador. Os talentos não são suficientes. Para obter a bênção de Deus no exercício da pregação é necessário suplantar a soberba e pregar na completa dependência do Senhor. McCheyne acertou ao dizer que “não é tanto os talentos o que Deus abençoa, mas uma grande semelhança com Jesus. Um ministro de vida santa é uma tremenda arma nas mãos de Deus”.13

5) Ore invocando a presença do Espírito Santo

Sermões áridos e sem vida matam a igreja. O que torna um sermão uma pregação é o poder do Espírito. “A pregação é lógica em fogo” (Lloyd Jones). Todo pregador deve buscar a unção do Espírito, sem o qual os frutos são impossíveis. Em uma época de aguda fraqueza espiritual nos púlpitos, acompanhada de inúmeras conversões fabricadas pela manipulação das emoções humanas, todo pregador deveria levar em consideração as palavras do apóstolo Paulo, um dos maiores pregadores da história do cristianismo: “porque o nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção, assim como sabeis ter sido o nosso procedimento entre vós e por amor de vós”.14

Em suma, sem pregação bíblica, proclamada no poder do Espírito Santo, não há esperança para a igreja brasileira. Deus tenha misericórdia de nós.

* Texto publicano no site da Edições Vida Nova (Teologia Brasileira)
__________________________________

1LATIMER, Hugh. Citado por STOTT, John. Eu Creio na Pregação. Vida: São Paulo, 2001, pp. 27-28.
2OLYOTT, Stuart. Pregação Pura e Simples. Fiel: SJC, 2008, p. 23.
3Efésios 3.8.
4MOHLER, Albert. Apascenta o meu rebanho. Cultura Cristã: São Paulo, 2009, p. 25.
5Oséias 14.1.
6Apocalipse 3.2.
7SPURGEON, Charles H. O Ministério Ideal, Vl 2. PES: São Paulo, 1990, p. 65.
8CRISÓSTOMO, In: Homilias sobre o Evangelho de Mateus (38), citado por SPENER Filipe Jacob, Pia Desideria, p. 26.
9MOHLER, Albert. Deus não está em silêncio. Fiel: São José dos Campos, 2011, pp. 22-28.
10Efésios 5.25.
11CRABTREE. A Doutrina Bíblica do Ministério Pastoral. Rio de Janeiro: Juerp, 1981, p. 81.
122 Timóteo 4.1-2.
13MCCHEYNE, Robert M. Citado por STOTT, John. O perfil do pregador. São Paulo Vida Nova, 2005, p. 114.

141 Tessalonicenses 1.5.

Fonte: judiclaysantos.blogspot

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

36ª AGO da COMADEBG Reúne Ministros de Vários Estados da Federação Para Tratar Sobre o Perfil do Obreiro Contemporâneo e Eleger Sua Nova Mesa Diretora

Mesa Diretora da COMADEBG
Da esquerda para direita: Pr. Tugval Farias (4º vice presidente); Pr. Pedro Inácio da Silva (3º vice-presidente); Pr. Douglas Roberto (2º vice presidente); Pr. Nemias Preira da Rocha (1º vice-presidente); Pr. Orcival Xavier (Presidente); Pr. Sebastião Ducarmo (1º secretário); Pr. Suimar Caetano (2º secretário); Pr. Manoel Xavier (2º secretário); Pr. Raimundo Nonato Souza dos Santos (4º secretário); Pr. Manoel José (1º tesoureiro); Pr. Misael Meireles (2º tesoureiro).

Ministros da COMADEBG (Convenção de Ministros das Assembleias de Deus de Brasília e Goiás), vindo de vários estados da federação, se reuniram sob a presidência do pastor Orcival Pereira Xavier, no templo sede da Assembleia de Deus, na cidade de Taguatinga – DF, nos dias 25,26,27 de outubro de 2013, para tratar de assuntos relacionados ao Reino de Deus.

Sob o esfuziante tema: “O perfil do obreiro contemporâneo”, os ministros membros da COMADEBG desfrutaram de momentos graciosos de comunhão, presença de Deus e e muita alegria espiritual.

Os cultos, que concentraram durante todas as noites grande multidão, foram marcados por forte presença de Deus, com manifestação dos dons espirituais e operação de maravilhas, gerando alegria profunda, satisfação e contentamento nos presentes ao conclave. Ministraram a Palavra nos cultos pastores: José Antonio dos Santos (AL), Daniel Santos (SP), Pr. Robinho (MT). Louvou ao Senhor o canto Junior, grande conjunto Ufadeb, Umadeb e outros.

Sob os subtemas: O obreiro e a ética (Pr. Dariolano Martis - DF); O obreiro e a Palavra (Pr. Tugval Farias – PA); O obreiro e a mídia (Pr. Suimar Caetanoo – TO), tivemos manhãs e tardes de forte orientação espiritual através da Palavra de Deus. Muitos pastores usaram da palavra em assembleia para debater os assuntos, o que fortaleceu bastante os temas.

Os trabalhos se desenvolveram dentro da mais perfeita harmonia, sendo esta uma marca desta convenção, fato sempre lembrado pelo presidente pastor Orcival Xavier. Destaque para a presença do pastor José Antonio dos Santos (Maceió – AL), um dos vices presidente da nossa CGADB e presidente da COMADAL, que ministrou na abertura do referido evento.

Na tarde do dia 27 aconteceu o processo de votação da Mesa Diretora da COMADEBG. A eleição foi conduzida na mais perfeita harmonia e muita tranquilidade. 

Após apuração das urnas foi apresentada a nova Mesa Diretora para o quadriênio 2014 - 2017: Presidente: Pr. Orcival Pereira Xavier; 1º vice-presidente: Nemias Pereira da Rocha; 2º vice-presidente: Pr. Douglas Batista; 3º vice-presidente: Pr. Pedro Inácio da Silva; 4º vice-presidente: Pr. Tugval Farias; 1º secretário: Pr. Sebastião Pereira Ducarmo; 2º secretário: Pr. Suimar Caetano; 3º secretário: Pr. Manoel Pereira Xavier; 4º secretário: Pr. Raimundo Nonato Souza dos Santos; 1º tesoureiro: Pr. Manoel José; 2º tesoureiro: Pr. Misael Meireles; Secretário-adjunto: Pr. Manoel Messias.

A COMADEBG foi fundada dia 21 de abril de 1992, possuindo atualmente 2.225 obreiros cadastrados e cerca de 1.500 igrejas filiadas.

O fechamento da 36ª AGO se deu no culto de adoração e louvor com uma multidão de ministros e membros da Assembleia de Deus de Brasília, onde vimos grande mover de Deus.

Encerrados os trabalhos, o senhor presidente da COMADEBG, Orcival Pereira Xavier, agradeceu em nome da Mesa Diretora os convencionais e também a boa recepção oferecida pela igreja hospedeira, desejando a todos bom retorno aos seus respectivos locais de trabalho.

Veja mais fotos do evento:




sábado, 26 de outubro de 2013

Mover de Deus Marca abertura da 36ª AGO da COMADEBG no Distrito Federal

Com culto onde manifestação do Espírito se fez presente, teve início a 36ª AGO da COMADEBG, presidida pelo pastor Orcival Pereira Xavier. Os muitos ministros que vieram de várias partes do Brasil, se reúnem na cidade de Taguatinga – DF, para tratarem de assuntos de interesses do Reino de Deus.

Durante a realização do referido conclave será trabalhado o tema: “O Perfil do Obreiro Contemporâneo”, com destaque para a tarde domingo, na última sessão, para a eleição da nova mesa diretora da COMADEBG.

No culto de abertura, que concentrou uma grande quantidade de pessoas, lotando por completo as dependências do templo sede da AD Brasília, os ministros foram recebidos com boas vindas. Depois dos louvores, ministrou a Palavra de Deus o pastor José Antonio dos Santos – Maceió – AL, que lendo no Salmo 23 e outros textos, enfatizou vários princípios importantes para a vida do obreiro, exemplificado na vida de Jó.

Ministros presentes a AGO sentem-se feliz por estarem no Distrito Federal para mais um momento de comunhão com os companheiros, aprendizado e edificação espiritual através de tão belo tema que estará sendo trabalhado.

Abertura da 36ª AGO foi marcada ainda pela presença do representante do Governador do Distrito Federal, Daniel de Castro, que deu boas vindas a todos os convencionais, justificando a ausência do Governado Agnelo Queiroz que se encontra em viagem.

Nos dias 26 e 27 do mês em curso os convencionais estarão reunidos para tratarem de assuntos do Reino de Deus. O Espírito do Senhor esteja orientado e dirigindo os trabalhos desta seleta convenção. Deus abençoe a todos.

Veja fotos do evento.








sábado, 19 de outubro de 2013

Competindo Com Cavalos

Por Nonato Souza
Viva os desafios de Deus. Pois, não há crescimento sem desafios, e não há desafios sem mudanças.

"Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?" (Jeremias 12.5).

Em meus devocionais diários me detive no texto acima. Confesso que fui profundamente impactado e edificado na manhã daquele dia enquanto meditava na Palavra de Deus. Assim como Deus muito ensinou o profeta Jeremias na formação do seu caráter, muito aprendi com o que li.

O profeta Jeremias estava sofrendo à mão dos sacerdotes de Anatote, Deus, então, tenta animá-lo para as provações que ainda viriam pois seriam bem maiores. Isso é fato, Deus estava preparando seu profeta para eventos futuros, situações piores e mais afrontosas até mesmo, não confiar em sua própria família ou vizinhos.

Deus não queria ver o seu profeta tropeçando em casa (nas coisas mínimas) agora, porque como ele se comportaria mais tarde quando chegasse em Jerusalém (nas maiores dificuldades)? O ministério de Jeremias lhe proporcionara fadiga, angústia e desânimo, estando a ponto de desanimar, entregando-se de uma vez à morte prematura. É nesse momento que Deus trata com seu profeta: "Se te fadigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?" (12.5). Deus ao fazer esta pergunta ao seu profeta queria saber o que de fato Jeremias estava querendo. O que realmente você quer Jeremias? Quer arrastar-se acompanhando a multidão ou quer correr com os cavalos? Jeremias não precisava ser mimado, mas sim fortalecido

É assim a nossa vida. Às vezes queremos desistir na primeira onda de oposição que surge. Sabe-se não ser tão fácil dar de si o melhor em prol da justiça e manter a direção em busca da excelência. É mais fácil ser um neurótico, viver como parasita. É mais fácil deixar-se levar pelos braços da maioria, pelo grito da multidão, pela influência dos grandes grupos, pelas palavras dos bajuladores.

Às vezes tropeçamos em coisas mínimas, questiúnculas insignificantes. Não somos capazes de vencê-las. Não somos capazes de passar por elas sem valorizá-las tanto. As experiências amargas, pelas quais passamos objetiva levar-nos à maturidade, um alvo maior, um objetivo mais à frente. Não podemos desistir nas primeiras dificuldades que surgem.
A vida de serviço piedoso não é fácil, é para cada cristão à semelhança de uma corrida. Não foi isso que viu apóstolo Paulo (Fp 3.12-14). É claro que se alguém quer desistir, haverá sempre algo mais fácil, uma vida mais confortável, mais segura. Algo que não trará dificuldade nenhuma. Não fomos, porém, chamados para ter vida fácil, pois a vida cristã é como alguém que começa uma corrida e tem muita, muita dificuldade para prosseguir e chegar ao final.

Não entendo por que há tanta desistência, quando o que se busca é a excelência, porque se desviar, só porque existem riscos. Os fracos preferem ajustar-se ao mínimo e viver com segurança do que ajustar-se ao máximo, se tem que passar por aventuras marcantes. Ora, "Deus nunca chama um homem para lutar contra cavalos se não o treinou antes para lutar contra homens; Deus nunca enviou um homem para os ermos do Jordão antes de treiná-lo nas terras de paz".

Jeremias, certamente, pensou sobre que resposta daria a seu Deus acerca de tão importante pergunta. Pesou as opções, avaliou os custos e tomou a decisão. Não temos no texto sagrado uma resposta verbal mas, por sua biografia e através de sua vida e ministério, certamente, ele resolveu responder: "Correrei com os cavalos". 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Israel alerta o mundo que “as profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias”

Discurso de primeiro-ministro na ONU pode ser prenúncio da Guerra de Gogue e Magogue.

Embora pesquisas de opinião indiquem que menos da metade da população de Israel acredite nas profecias bíblicas, a questão religiosa sempre foi determinante para o Estado judeu. Quando Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel, falou na Assembleia Geral das Nações Unidas, dia 1º de Outubro, os meios de comunicação deram ênfase apenas aos primeiros dois terços de seu discurso.
Netanyahu falou por cerca de meia hora. Grande parte do que foi dito reflete o temos de Israel de um ataque do Irã a qualquer momento. Essa foi a tônica de mais da maior parte de suas colocações. O restante foram considerações sobre um antigo tema: a Palestina. O que surpreendeu a muitos foi os minutos finais do discurso.
Em suma, o primeiro-ministro acredita que o Irã não é confiável e seu recente discurso conciliador esconde uma estratégia armamentista. Nesse momento, é a maior ameaça à paz no mundo. Se as outras nações não desejam enfrenta-lo com uma postura rígida, Israel está pronto para se defender sozinho. Sobre o novo presidente iraniano, Hassan Rohani, foi direto: “Ele é um lobo que acha que pode colocar lã em cima dos olhos da comunidade internacional”. Lembrou ainda que Rouhani, quando foi chefe do Supremo Conselho Nacional de Segurança do Irã, entre 1989 e 2003, deu o aval do governo a atentados terroristas que dizimaram centenas.
Ao longo de seu discurso, Netanyahu apelou para os relatos do Velho Testamento sobre Ciro, o rei da Pérsia [atual Irã] que cerca de 2.500 anos atrás encerrou o exílio dos judeus na Babilônia. Ele também possibilitou o retorno dos israelitas à sua Terra e a reconstrução do Templo de Jerusalém. Para ele, a amizade secular entre os dois povos foi rompida em 1979, quando ocorreu a Revolução Islâmica no Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde então, o governo religioso muçulmano iraniano se aliou aos maiores inimigos de Israel, as nações árabes.
Mais recentemente, aproveitou-se do desenvolvimento de seu programa nuclear e passou a fazer constantes ameaças a Israel. Embora os iranianos neguem, é de conhecimento da ONU que existem centrífugas para o enriquecimento de urânio e uma usina de água pesada que ainda este ano deixará o pais em condições de ter bombas nucleares.  Ao mesmo tempo, o Irã agora pede que Israel se desmilitarize e interrompa seus próprios programas armamentistas.
A comparação imediata do primeiro-ministro israelense é com a Coreia do Norte, que manteve um discurso de cooperação até o momento em que realizou testes nucleares e passou a ameaçar a Coreia do Sul e os EUA.
Em outras ocasiões o Irã por acusou Israel de não assinar a Convenção de Armas Químicas nem a Convenção de Armas Biológicas, ou qualquer outro tratado da ONU sobre o armamento nuclear, Isso inclui o Tratado de Não Proliferação, do qual o Irã é signatário.
Porém, Netanyahu alerta que o Irã, ao lado da Rússia, são os grandes apoiadores da guerra na Síria, onde foram usadas armas químicas. A partir daí, falou sobre sua intenção de ter paz com os palestinos desde que haja “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu de Israel”. Asseverou ainda que Israel é “uma nação próspera com capacidade de se defender”.
Ao encerrar, usou um tom inesperado. “As profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias. No nosso tempo vemos serem realizadas as profecias bíblicas. Como o profeta Amós [9:14-15] disse, eles reconstruirão as cidades assoladas, e nelas habitarão. Plantarão vinhas e beberão o seu vinho. Cultivarão pomares e comerão os seus frutos. Serão plantados na sua terra para nunca mais serem arrancados da sua terra [que lhes dei, diz o Senhor].
Após repetir os versos no original em hebraico, emendou “Senhoras e senhores, o povo de Israel voltou para casa para nunca mais dela ser arrancado”.
Para muitos teólogos, o cenário que se desenha hoje, comparado ao texto de Ezequiel 38-39, aponta para o que a Bíblia descreve como a Guerra de Gogue e Magogue.  Haverá grandes nações do mundo unidas na batalha contra Israel:
1 – a federação de dez reinos, que constitui um grande Império Mundial;
2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito).
Embora a hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os outros e contra Israel (Zc 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de Israel que eles lutam. Com informações de Times of Israel.
Fonte: gospelprime

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A graça de Deus nos capacita a enfrentar o sofrimento

Por Rev. Hernandes Dias Lopes
A vida é a professora mais implacável: primeiro dá a prova, e depois a lição. C. S. Lewis disse que “Deus sussurra em nossos prazeres e grita em nossas dores”. Paulo fala sobre um sofrimento que muito o atormentou: o espinho na carne. Depois de ser arrebatado ao terceiro céu, suportou severa provação na terra. Há um grande contraste entre estas duas experiências de Paulo. Ele foi do paraíso à dor, da glória ao sofrimento. Ele experimentou a bênção de Deus no céu e bofetada de Satanás na terra. Paulo tinha ido ao céu, mas agora, aprendeu que o céu pode vir até ele.
Charles Stanley em seu livro Como lidar com o sofrimento, sugere-nos algumas preciosas lições.
Em primeiro lugar, há um propósito divino em cada sofrimento (2Co 12.7). Há um propósito divino no sofrimento. O nosso sofrimento e a nossa consolação são instrumentos usados por Deus para abençoar outras vidas. Na escola da vida Deus está nos preparando para sermos consoladores. Jó morreu sem jamais saber porque sofreu. Paulo rogou ao Senhor três vezes, antes de receber a resposta. O que Paulo aprendeu e que nós também precisamos aprender é que quando Deus não remove “o espinho”, é porque tem uma razão. Deus não permite que soframos só por sofrer. Sempre há um propósito. O propósito é não nos ensoberbecermos.
Em segundo lugar, é possível que Deus resolva revelar-nos o propósito de nosso sofrimento (2Co 12.7). No caso de Paulo, Deus decidiu revelar-lhe a razão de ser do “espinho”: evitar que ficasse orgulhoso. Quando Paulo orou nem perguntou por que estava sofrendo, apenas pediu a remoção do sofrimento. Não é raro Deus revelar as razões do sofrimento. Ele revelou a Moisés a razão porque não lhe seria permitido entrar na Terra Prometida. Disse a Josué porque ele e seu exército haviam sido derrotados em Ai. O nosso sofrimento tem por finalidade nos humilhar, nos aperfeiçoar, nos burilar e nos usar.
Em terceiro lugar, o sofrimento pode ser um dom de Deus (2Co 12.7). Temos a tendência de pensar que o sofrimento é algo que Deus faz contra nós e não por nós. Jacó disse: “Tendes-me privado de filhos; José já não existe, Simeão não está aqui, e ides levar a Benjamim! Todas estas cousas em sobrevêm” (Gn 42.36). A providência carrancuda que Jacó pensou estar laborando contra ele, estava trabalhando em seu favor. O espinho de Paulo era uma dádiva, porque através desse incômodo, Deus o protegeu daquilo que ele mais temia – ser desqualificado espiritualmente.
Em quarto lugar, Deus nos conforta em nossas adversidades (2Co 12.9). A resposta que Deus deu a Paulo não era a que ele esperava nem a que ele queria, mas era a que ele precisava. Deus respondeu a Paulo que ele não estava sozinho. Deus estava no controle de sua vida e operava nele com eficácia. Precisamos compreender que Deus está conosco e no controle da situação. Precisamos saber que Deus é soberano, bom e fiel. Jó entendeu isso: “Eu sei que tudo podes e ninguém pode frustrar os teus desígnios”.
Em quinto lugar, pode ser que Deus decida que é melhor não remover o sofrimento (2Co 12.9). De todos, esse é o princípio mais difícil. Quantas vezes nós já pensamos e falamos: “Senhor por que estou sofrendo? Por que desse jeito? Por que até agora? Por que o Senhor ainda agiu?”. Joni Eareckson ficou tetraplégica e numa cadeira de rodas dá testemunho de Jesus. Fanny Crosby ficou cega com 42 dias e morreu aos 92 anos sem jamais perder a doçura. Escreveu mais de 4 mil hinos. Dietrich Bonhoeffer foi enforcado no dia 9 de abril de 1945 numa prisão nazista. Se Deus não remover o sofrimento, ele nos assistirá em nossa fraqueza, nos consolará com sua graça e nos assistirá com seu poder. A graça de Deus nos capacita a lidar com o sofrimento, sem perdermos a alegria nem a doçura (2Co 12.10) .

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Alegria e gratidão a Deus marca culto em ação de graças pela vida do pastor Nonato Souza na AD Brasília

Em clima de alegria, Assembleia de Deus de Brasília reuniu-se para celebrar ao Senhor pela passagem do aniversário do pastor Nonato Souza.

O referido evento deu-se no dia 26 de agosto de 2013, no templo da AD Brasília – Setor “O”. Foram momentos de gratidão a Deus por mais um ano de vida.

Com a presença dos pastores Orcival Xavier (presidente da AD Brasília), Pr. Manoel Pereira Xavier (coordenador setor II), Ronaldo Fonseca (Deputado Federal), Daniel de Castro (Assessor do Governador do Distrito Federal), Pastor José Dantas (113 de Samambaia), pastor Oséias Ribeiro, e vários outros pastores do Setor II, familiares e amigos, tivemos momentos gratificantes de louvor a Deus e alegria.

Pastor Nonato Souza teceu palavras de gratidão a Deus, autor de sua, tributando-Lhe louvor e graças por todos os benefícios recebidos.
Agradeceu à sua esposa, Elinete Portela, filhas, genros, neto e demais membros da família pelo apoio, carinho e dedicação. 

Agradeceu ao pastor Orcival Xavier, presidente da AD Brasília, Manoel Xavier, coordenador do Setor II, Deputado Ronaldo Fonseca, Oséias Ribeiro, Daniel de Castro, apoio, confiança, amizade e companheirismo. Fez menção ainda referências aos demais pastores presentes.

Por fim agradeceu à igreja local, por desfrutar de comunhão com a mesma, além, do cuidado que tem recebido por parte da referida igreja. Agradeceu a todos.

O evento teve o seu encerramento com uma belíssima recepção no salão festivo da AD Brasília na 8/10, pastoreada pelo nobre pastor Manoel José, onde todos se alegraram com o aniversariante e família. 


Fotos do evento:


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Evangelistas alertam que o `avivamento final´está próximo

Liderados por Billy Graham, `grande despertar espiritual´ pode começar ainda em 2013

Quando vários homens reconhecidos como profetas de Deus começam a dizer a mesma coisa, é melhor levar a sério. O famoso evangelista Billy Graham está perto de completar 95 anos e ele diz que está orando para ver os Estados Unidos experimentar um “grande despertar espiritual” antes que ele morra.

O evangelista alemão Reinhard Bonnke, que ficou famoso pelas suas cruzadas que reuniram milhões na África anunciou que Deus lhe disse para fazer “uma poderosa onda de salvação varrer os EUA.”

O pasto Greg Laurie, presidente do movimento “Cruzadas da Colheita” é famoso por ter participado do um avivamento entre os hippies na década de 1960. Desde então ele se dedica a evangelizar o maior número de pessoas possível. Laurie acredita que está na hora de ver seu país experimentando um avivamento sem precedentes.

Nesse momento em que muitos acreditam que o relógio profético de Deus está se aproximando rapidamente da hora final, vários líderes influentes estão falando sobre o que seria o “último avivamento”. Ele começaria nos EUA e se espalharia rapidamente por outros países do mundo. Entre os que defendem isso estão: Billy Graham, Franklin Graham, Reinhard Bonnke, Greg Laurie, Chuck Smith, Banning Liebscher e outros menos conhecidos. Será esse a última oportunidade de mudanças antes do fim dos tempos?

É difícil saber, mas sem dúvida vários sinais profetizados por Jesus estão acontecendo. Aos 94 anos de idade, Billy Graham, disse acreditar que isso pode acontecer antes que ele morra. Por isso está lançando com seu filho Franklin mais uma cruzada “Minha Esperança”, que vai ocorrer dia 7 de novembro, data em que ele completa 95 anos.

Ele é reconhecido como o evangelista que pregou para mais pessoas na história. Suas cruzadas alcançaram um número aproximado de 2,2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Em uma carta divulgada por seu ministério, ele disse que nunca esperou ver o mundo onde “indulgência egoísta, orgulho e falta de vergonha sobre o pecado tenham se tornado emblemas do chamado ‘estilo de vida’ “.

Graham compara os EUA à antiga cidade de Nínive, a única superpotência do seu tempo. “Quando o profeta Jonas chegou a Nínive e proclamou a advertência de Deus, o povo se arrependeu e escapou de um julgamento terrível, esta é única opção que nos resta”, escreveu.

“Eu acho que é uma descrição apropriada”, disse Laurie. ”Em muitos aspectos a situação é a mesma. A maldade de Nínive era tão grande que Deus disse que ela chegou até o céu… eu acredito que o mundo está chegando a tal estado”.

Parte desse movimento começou em fevereiro, quando Bonnke declarou a 5.000 pessoas presentes no Gospel Fest, na Flórida, que sentia que a hora do avivamento estava chegando. O pregador alemão durante décadas fez gigantescas campanhas evangelísticas no continente africano. Recentemente, afirmou que Deus lhe disse no ano passado que era hora de “lançar a rede do Evangelho no restante do mundo”.

Ele explica que embora se diga que o ateísmo está triunfando na Europa. Quando pregou recentemente na Alemanha, ficou surpreso.

“Eu preguei em um estádio e quando fiz o apelo, o poder de Deus foi manifesto de maneira tão maravilhosa que eu vi com meus próprios olhos pessoas pulando sobre os bancos para vir até a frente. Parecia que eles não podiam esperar para fazer a oração de salvação rápido o suficiente. Então eu percebi uma coisa: a Alemanha não rejeitou o Evangelho. Acho que a nova geração na verdade realmente nunca ouviu o Evangelho”.

Fonte: cpadnews/ Gospel Prime